O nome é invulgar. Krizo – Educação, Arte e Cidadania é crítica e crise. Nasceu em maio de 2013, em Braga, numa altura de visíveis dificuldades sociais e económicas, e tem hoje pernas para andar. 
O objetivo da associação prende-se com a discussão de vários temas, através de expressões de arte e cultura.A associação trata de temáticas preocupantes sobre as quais “quer pesquisar, refletir, consciencializar, debater a fundo e com muita gente”. Cada tema é apresentado de diversas formas, como debates, workshops, peças de teatro em salas ou no exterior. Tratam-se de várias iniciativas reunidas para alcançar um objetivo comum, pois a Krizo considera que “é assim que é possível fazer alguma coisa”. A associação procura produzir uma “transformação social em várias áreas, nomeadamente nas questões de género, de minorias ou precariedade”, segundo Tatiana Mendes, também membro da direção.
Ao definir a Krizo, Inês Barbosa, entre risos e lembranças, afirmou: “uma caixinha de surpresas”, uma “caixinha de música” e um “espelho”. Imprevisibilidade é a palavra que marca os diferentes eventos que realiza, pois cada tema baseia-se, segundo Inês, “naquilo que sai, que se está a pedir, que é urgente”.
Atualmente, Inês e Tatiana não conseguem contar pelos dedos das mãos os infinitos trabalhos que já realizaram e que pretendem levar a cabo. Os objetivos têm aumentado, o trabalho está a crescer e a Krizo a ganhar reconhecimento.
Na memória desta associação cultural e artística, ficam as “frases bonitas” e as reações surpreendentes que marcam as intervenções que organiza.

GAAF