segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Para ler, pensar... e se possível, agir...




Crianças com horários semanais de 55h
"Muitas das nossas crianças e jovens trabalham das 8h às 8h e cumprem horários de 55/60h semanais”, ou seja vivem praticamente desprovidos de tempo para brincar, para descansar, para se distraírem.
Todos sabemos que a esmagadora maioria dos pais dedica mais tempo ao trabalho do que aos próprios filhos. É a vida. Os que têm a sorte de ter trabalho, trabalham em full-time e são pais em part-time. É o sistema.
Para compensar o déficit em que se sentem perante os filhos, muitos pais excedem-se e fazem coisas por eles que talvez não fosse preciso fazer. Os sentimentos de culpa são muito empobrecedores e, devido a estes mesmos sentimentos, acabam por dar em excesso numa tentativa de cobrir o déficit.
E o que é que damos em excesso? Coisas. Gadgets. Bens materiais. Atenções e gentilezas por vezes dispensáveis. Os pais modernos são capazes de carregar a mochila dos filhos até à sala de aula para os aliviar dos pesos, mas nem sempre conseguem desligar o seu próprio telemóvel em casa para lhes aliviar o dia e terem mais tempo de qualidade com eles. Também lhes enfiam bolos, chocolates e doces na lancheira, mas nem sempre esse cúmulo de mimos tem expressão no quotidiano familiar.
Como referiu Eduardo Sá num primeiro grande encontro sobre Educação, promovido pela Direcção de Cultura e Serviço de Públicos e Desenvolvimento Cultural da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, “muitas das nossas crianças e jovens trabalham das 8h às 8h e cumprem horários de 55/60h semanais”, ou seja vivem praticamente desprovidos de tempo para brincar, para descansar, para se distraírem. Os recreios, a partir de certas idades, são escassos e há demasiados jovens com 5’ de pausa entre aulas expositivas de 90’. Uma barbaridade.
Provocador, Eduardo Sá diz que se continuarmos neste ritmo, e neste registo, corremos o risco de estar a contribuir para criar uma linha de montagem de jovens tecnocratas de fraldas e de mochilas, uns desde o berço e outros a partir do primeiro ciclo, mas todos na mesma lógica. É assustador e não está assim tão distante da realidade como gostaríamos. Senão vejamos.
Alguns dos excessos que os pais cometem por amor aos filhos têm a ver com a exigência precoce da aprendizagem. A procura dos melhores colégios e escolas é legítima e boa, note-se, mas muitas vezes revela-se demolidora no sentido em que exigem logo no pré-escolar que os filhos aprendam a ler, para chegarem à escola já na linha da frente e, daí em diante, obterem a pole position das notas de forma a garantirem sempre um lugar no podium e recolherem os respectivos louros académicos. Tudo isto numa ânsia brutal para chegarem ao mercado de trabalho altamente qualificados de modo a ascenderem às primeiras linhas das empresas e organizações.
O excesso de pressão e o amontoado de expectativas que os pais têm sobre os seus filhos dão origem a muita frustração mútua e a grandes desvios de rota. Os filhos querem, gostam e precisam de coisas completamente diferentes daquelas que os pais pensam ser as melhores para eles, e nem tudo corre bem. As expectativas, de parte a parte, nem sempre são realistas. Muito pelo contrário!
Em idades escolares acresce a tudo isto uma outra exigência: os TPC. Enquanto para uns são uma verdadeira abominação, para outros são o que têm que ser. Pais, filhos e professores nunca se entenderam quanto aos TPC e desconfio que nunca se cheguem a entender enquanto não houver bom senso.
António Quaresma, investigador e professor do primeiro ciclo, outro dos oradores deste encontro sobre Educação, deu um enquadramento histórico, por assim dizer, e recordou que os TPC faziam especial sentido nos tempos em que a escola tinha horários duplos. Nos anos 60 e 70 as crianças e jovens iam à escola pública de manhã ou de tarde, mas não passavam lá o dia nem traziam de lá mil e um afazeres que trazem hoje e os massacram, mas também esgotam os pais em casa.
Os TPC serão sempre um eterno dilema e mesmo os que são radicalmente contra ou extraordinariamente a favor convergem na compreensão do seu potencial: reforçar matérias e competências, criar hábitos de estudo e, sempre que possível, envolver os pais ou quem os substitui no acompanhamento escolar das crianças e jovens. Acontece que nos dias que correm facilmente os TPC se revelam excessivos, ou desfasados, na medida em que acabam por ser feitos entre berros e correrias, numa agitação erosiva, numa tensão insuportável e num stress brutal. É a realidade.
Mais ou menos torrenciais, conforme o entendimento dos professores e educadores, os TPC merecem uma boa discussão pública e quase uma regulamentação, pois se há quem exagere na conta, também há quem desperdice talentos na poupança, só pelo facto de evitar os trabalhos de casa.
Sobre tudo isto e muito mais se falou durante uma tarde inteira perante uma plateia de centenas de pessoas onde havia pais, filhos, professores, educadores, psicólogos e investigadores. Maria João Craveiro Lopes, doutorada em Ciências da Educação e muito habituada a remar contra a maré por apostar na educação pelas artes, garantiu o que alguns já sabem: é possível ensinar Matemática, Geografia, Línguas e todas as matérias através da arte.
Susana Gomes da Silva responsável por toda a programação educativa do Museu Gulbenkian, reforçou esta certeza sublinhando que só podemos ensinar depois de perceber o que é que as crianças já sabem. E isso implica ouvi-las, conhecê-las, tê-las em conta e ajudá-las a encontrar sentidos novos na aprendizagem diária. “O que levas para casa hoje?” foi a pergunta que ficou a fazer eco em Susana, desde que o professor que mais a influenciou na juventude lhe ensinou que se aprende melhor aquilo que é significativo na vida de cada um. É uma pergunta que devia ficar a fazer eco em nós, também.
Voltando ao início, à inquietante certeza de que passamos mais tempo no trabalho do que com os nossos filhos, e à angustiante realidade das crianças e jovens que trabalham entre 55 e 60h semanais (contando com actividades dentro e fora da escola, mais os transportes e menos os intervalos ou pausas para brincar) Eduardo Sá deixou vários desafios interpeladores, mas um deles bate mais certo com as reivindicações sindicais dos crescidos, quando lutam por horários laborais de 35h semanais: brincar é património da humanidade, todos têm direito a poder brincar e esquecer a escola durante algumas horas por dia!
Sem moralismos nem artificialismos (e, muito menos, pistas infalíveis) vale a pena ouvir José Pacheco, fundador da Escola da Ponte, citado neste encontro por António Quaresma, quando diz que “temos uma escola do séc. XIX, com professores do séc. XX, para alunos do séc. XXI”. O desfasamento é chocante e fracturante. Devia ser motivo de preocupação de pais, educadores e professores mas, de uma forma especial, dos legisladores a quem cabe promover colaboração e complementaridade entre todos. Só assim se chega ao podium. Só assim se conseguem níveis de excelência e competitividade. Só assim se percebe que só avança quem descansa*.
* (Só avança quem descansa é o título de um livro de Vasco Pinto de Magalhães)

Dia Mundial da Alimentação no JI de Oleiros





No  âmbito da comemoração do Dia da Alimentação divertimo-nos muito com  fruta (a do nosso lanche e a que o Pingo Doce ofereceu).


Elaboramos doce de maçã que levámos para casa para a família provar e também fizemos  batido de maçã e sumo de pera.





                                                                    Jardim de Infância de Oleiros

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Escolas sem bullying...

 
No dia 20 de outubro, celebra-se o Dia Mundial do Combate ao Bullying
O CLDS-3G Vila Verde, em parceria com o Agrupamento de Escolas de Vila Verde, o Plano Municipal para a Igualdade de Género, a Rede Social e o Município de Vila Verde  solicitaram-nos a divulgação e partilha  do vídeo "Quebra o Silêncio", desenvolvido com alguns alunos da EB2,3 de Vila Verde, no passado ano letivo.






É hora de expulsar o bullying da escola!

GAAF

Ecos na imprensa regional...

Vila Verde comemorou Dia Municipal para a Igualdade de Género

A piloto de ralis Joana Barbosa e Mário Ferreira, que presta apoio aos utentes do Centro Social Vale do Homem/Lar das Termas, participaram esta terça-feira numa tertúlia integrada nas comemorações do Dia Municipal para a Igualdade de Género.
O Município de Vila Verde apresentou ao Agrupamento de Escolas de Prado o desafio lançado pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género para assinalar o Dia Municipal para a Igualdade, que resultou numa tertúlia promovida pelo Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família.
Sob moderação de Tatiana Mendes (UMAR) e Alexandrina Cerqueira (Câmara de Vila Verde), os dois convidados abordaram a temática do dia, responderam às questões dos alunos, dando o seu testemunho de vida e de como lutaram pela sua realização pessoal e profissional.

«A mensagem a reter é que a igualdade é possível, que é um desafio de todos e cabe-nos a nós, todos, olhar para o Mundo, demonstrando a estas crianças e jovens que são capazes de concretizar as suas aspirações e que quem os rodeia deve permitir que exerçam esse direito de escolha», diz a organização.

É que, «apesar dos muitos e variados esforços para a eliminação das desigualdades de oportunidades entre homens e mulheres, continuam a persistir estereótipos de que existem profissões mais talhadas para homens e para mulheres».

Nesta sessão, participaram cerca de 85 alunos (do 4ºano do CE de Prado e de uma turma do 6ºano) e 12 adultos, entre professores e técnicos especializados, da Escola e do CLDS 3G de Vila Verde.

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Redacção
ovilaverdense@gmail.com

terça-feira, 24 de outubro de 2017

As Competências não têm sexo…




Apesar dos muitos e variados esforços para a eliminação das desigualdades de oportunidades entre homens e mulheres, continuam a persistir estereótipos de que existem profissões mais talhadas para homens e para mulheres. As estatísticas disponíveis são claras e demonstram que existe uma clara sub-representação das mulheres em profissões técnicas (engenharias, tecnologias, forças militarizadas, segurança, etc), bem como algo semelhante da parte dos homens nas profissões dos cuidados e na área social (assistentes sociais, educadores infantis, etc.).



Tendo em conta este cenário e sabendo que estas escolhas começam a ser feitas bem cedo em contexto escolar, o Município de Vila Verde apresentou ao Agrupamento de Escolas de Prado o desafio de assinalar o Dia Municipal para a Igualdade, 24 de outubro.

 

Promovida pelo GAAG (Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família) realizou-se uma sessão que contou com dois ilustres convidados que, numa conversa franca e informal e com a moderação da Tatiana Mendes (UMAR) e da Alexandrina Cerqueira (CMVV) abordaram a temática do dia, responderam às questões pertinentes dos alunos, prestaram o seu testemunho de vida e de como lutaram pela sua realização pessoal e profissional.

Os convidados foram Joana Barbosa, que é piloto de ralis, que compete no Campeonato Nacional de Ralis, tendo participado neste ano no Rally de Portugal e Mário Ferreira, que presta apoio aos utentes do Centro Social Vale do Homem/Lar das Termas e que nos fez um detalhado retrato do seu quotidiano de cuidador sensibilizando também os mais novos para a necessidade de atender aos mais frágeis e idosos.




 

Nesta sessão esteve presente o Diretor do Agrupamento, professor José António Peixoto e participaram cerca de 85 alunos (do 4ºano do CE de Prado e de uma turma do 6ºano) e 12 adultos entre professores e técnicos especializados, da Escola e do CLDS 3G de Vila Verde.


A mensagem a reter é que a igualdade é possível, que é um desafio de todos e cabe--nos a nós, todos, olhar para o Mundo, demonstrando a estas crianças e jovens que são capazes de concretizar as suas aspirações e que, quem os rodeia, deve permitir que exerçam esse direito de escolha.


Esta sessão foi um contributo para o desenvolvimento do espírito crítico e interventivo dos nossos alunos, demonstrando que o determinismo social não é uma inevitabilidade, temos o livre arbítrio de fazer as nossas escolhas, de acordo com as nossas apetências, sem estarmos condicionados pelo facto de sermos meninos ou meninas.


O nosso imenso agradecimento a todos os convidados e participantes,  pelo entusiasmo e pertinência dos vossos contributos e prometemos continuar a investir neste tema até a igualdade deixar de ser só uma utopia e passar a ser uma realidade.





 GAAF


terça-feira, 17 de outubro de 2017

Dia da Alimentação no AE de Prado


 A EB de Prado assinalou esta data com uma exposição no POlivalente, organizada pela profª Rosa Silva  com conselhos muito úteis sobre ALIMENTAÇÂO.



 Esta data foi também assinalada  com um forte incentivo ao consumo de fruta, no qual tivemos a preciosa colaboração da loja de Vila Verde do Pingo Doce, que nos ofereceu fruta deliciosa,  que foi distribuída por todas as escolas do nosso Agrupamento.

A IMPORTÂNCIA DAS FRUTAS NA ALIMENTAÇÃO DIÁRIA

fruta-variadaA palavra fruta tem muitos significados diferentes, dependendo do contexto em que se utiliza. Em botânica, um fruto é o ovário e sementes amadurecidas de uma planta em flor, e em muitas espécies, o fruto incorpora o ovário e os tecidos circundantes. Os frutos são assim, em botânica, os meios pelos quais as plantas florescem e disseminam as sementes. Na cozinha, quando os alimentos são denominados frutos, o termo é mais utilizado para designar os frutos de plantas comestíveis, doces e carnudos, e que incluem, como exemplo, ameixas, maçãs e laranjas. Apesar de em culinária a palavra fruta ter uma utilização limitada, um grande número de produtos hortícolas, como nozes ou grãos, são também denominados em botânica como os frutos de várias espécies vegetais. Não existe uma única terminologia que realmente encaixe a enorme variedade que é possível de encontrar entre os frutos das plantas.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e com a nova Roda dos Alimentos, devem consumir-se diariamente entre três a cinco porções de fruta, dependendo das necessidades de cada pessoa. É importante consumir diferentes tipos de fruta. A fruta é uma peça fundamental numa alimentação saudável que deve ser consumida diariamente. Estes alimentos fornecem vitaminas, minerais (potássio, zinco, cálcio, magnésio, etc.), diferentes fibras alimentares, compostos protectores (flavenóides) que ajudam a regular o organismo.
Os antioxidantes (vitaminas A, C e E) são nutrientes essenciais na protecção das células, já que combatem a acção dos radicais livres. Em conjunto, estes nutrientes têm propriedades protectoras que fazem da fruta um alimento vital. Porém, e de acordo com a "Balança Alimentar Portuguesa 1990-2003" revelada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), os portugueses apresentam uma dieta alimentar desequilibrada com uma alimentação deficiente em frutos, produtos hortícolas e leguminosas secas. Os números indicam que os portugueses consomem pouco mais de uma peça de fruta por dia. A consequência faz-se sentir com o aumento da obesidade entre as crianças e os jovens e o desenvolvimento das doenças cardiovasculares junto da população adulta.
Ter uma alimentação saudável, onde as frutas estejam presentes, é de extrema importância para que o organismo seja capaz de defender-se de doenças e viroses. A ingestão de vitaminas e de outros nutrientes faz com que o organismo esteja protegido por uma espécie de escudo protetor. Assim, o melhor caminho é ter em atenção que a sua saúde começa pela boca, ou seja, a alimentação é a melhor forma de prevenir preocupações futuras.
Os frutos possuem um alto valor nutricional e possuem geralmente altos índices de fibras, água e vitaminas. A fruta contém também diversos fotoquímicos que são fundamentais para a saúde e preservação dos tecidos celulares e prevenção de doenças relacionadas com a má nutrição. O consumo regular de fruta está associado à redução do risco de cancro, de doenças cardiovasculares, da doença de Alzheimer, cataratas e de alguns dos declínios associados com o envelhecimento.
A vitamina C é rainha das vitaminas, capaz de fortalecer o sistema imunológico. Por isso mesmo é sempre aconselhável incluí-la na alimentação. Pode ser encontrada na laranja, morango, kiwi, limão e outros. A vitamina E também tem um papel relacionado com a defesa do organismo e pode ser encontrada no abacate. A vitamina A é responsável por proteger o organismo das infeções, ao formar uma espécie de barreira contra os vírus. A vitamina A é de grande importância para a pele e olhos e ajuda a manter a saúde dos cabelos. Encontra-se nas frutas amareladas e vegetais verde-escuros: laranja, manga, abacaxi e outras. O complexo B é considerado o grande amigo dos anticorpos que protegem o corpo da invasão de agressores. Encontra-se na laranja e no morango.
Existem, várias razões que nos levam a comer fruta, das quais se destacam:
  • A fruta tem um sabor doce e agradável ao paladar de todos. Pode haver, no entanto frutas que podemos apreciar menos, mas a grande variedade de frutas permite-nos poder escolher.
  • A fruta é essencialmente constituída por água, de 90 a 95%.
  • A fruta não tem mau colesterol, que está presente em muitos dos alimentos que consumimos.
  • A fruta tem um efeito positivo no cérebro humano: estimula a memória. Pensar em cérebros jovens e em crescimento, em quem estuda e na importância da memória faz com que este benefício da fruta tenha efeito na opção pelo aumento do seu consumo.
  • Existe a ideia de que a fruta é cara, o que na verdade é certo, mas se fizermos a comparação com outros alimentos, devemos dar relevância às claras vantagens da fruta na nossa alimentação, e portanto, devemos optar pela substituição de alguns desses alimentos por fruta.
  • Comer fruta diariamente ajuda a manter um peso equilibrado e a prevenir doenças coronárias e cancro.
  • A fruta sendo um alimento rico em fibras é importante na nossa alimentação. Os alimentos ricos em fibra ajudam na luta contra a obesidade, a hipertensão e outros fatores de doença. O consumo de fibras influência, ainda, no funcionamento do sistema digestivo.
  • A fruta age sobre o nosso humor, existindo constituintes na fruta que contribuem para combater a depressão e, a nível mais simples, promovem uma atitude otimista.
  • A fruta é versátil podendo ser consumida e confecionada de várias formas: em sumos de fruta caseiros (se optar por este método, deve consumir o sumo imediatamente, de modo a absorver todas as suas propriedades), puré, batidos, preparar saladas de fruta, misturar com outros alimentos, pode ser cozida, assada, pode-se comer com e sem casaca… enfim, do modo como desejar.
  • Existem, ainda, razões éticas. Para os vegetarianos ou para todos os que acham que nenhum animal deve ser sacrificado para alimentar as pessoas, a fruta é uma boa resposta.
  • E, ainda, existe a vantagem de podermos comer fruta em qualquer lado.

Faça a sua parte escolhendo as frutas de sua preferência e delicie-se. Aproveite e aquelas que você ainda não saboreou. E lembre-se prefira as frutas da estação, pois estas possuem maiores quantidades de vitaminas e representam um menor custo. 
Bom apetite!



O dia 16 de outubro marca o dia da fundação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em 1945.
A celebração do Dia Mundial da Alimentação foi estabelecida em novembro de 1979 pelos países membros na 20ª Conferência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. Neste dia realizam-se várias atividades relacionadas com a nutrição e a alimentação, com a participação de cerca de 150 países, incluindo Portugal. Todos as atividades e informações podem ser encontradas no site FAO.

Objetivos do Dia Mundial da Alimentação
  • Alertar para a necessidade da produção alimentar e reforçar a necessidade de parcerias a vários níveis;
  • Alertar para a problemática da fome, pobreza e desnutrição no mundo;
  • Reforçar a cooperação económica e técnica entre países em desenvolvimento;
  • Promover a transferência de tecnologias para os países em desenvolvimento;
  • Encorajar a participação da população rural, na tomada de decisões que influenciem as suas condições de vida.



Este ano (2017), a FAO apresenta como tema:
“Mudar o futuro da migração. Investir na segurança alimentar e desenvolvimento rural.”.


GAAF / PES