quinta-feira, 27 de Novembro de 2014

Para um mundo mais solidário basta uma gota de sangue...


Dádiva de Sangue





A  Dádiva de Sangue é organizada pelo Departamento de Matemática e Ciências Experimentais e realiza-se anualmente em duas fases.






A primeira deste ano decorreu neste dia 27 de Novembro e contou com cerca de 40 dadores, entre professores, assistentes operacionais e técnicos, pais e familiares dos nossos alunos.





Esta ação é realizada por técnicos especializados do Instituto Português de Sangue e tem como objetivos sensibilizar a  Comunidade Educativa para a importância da Dádiva de Sangue e o consequente aumento do número de dadores.

                







No decorrer da atividade foram oferecidas pequenas lembranças aos dadores que foram executadas pelas professoras Sameiro Rodrigues de Educação Visual e Rosa Silva de Matemática e Ciências da Natureza.






 Com a sua dádiva a nossa escola ficou ainda mais bonita...

Para um mundo mais solidário basta uma gota de sangue


Mais algumas informações que podem ser úteis...

Dar sangue é um acto seguro e simples, durante a dádiva não existe nenhuma possibilidade de contrair qualquer doença. Antes de efectuar a sua dádiva, um médico vai realizar uma entrevista confidencial, para avaliar as suas condições de saúde e descartar qualquer aspecto que o impeça de doar. O principal objectivo é preservar a saúde do dador e garantir uma transfusão segura para os doentes. Nesta entrevista vai-se realizar: um questionário médico, medir o pulso e a tensão arterial, assim como analisar uma pequena gota de sangue (teste da hemoglobina) para excluir uma possível anemia. Se não houver nenhuma contra-indicação será aprovado como dador, caso contrário, poderá ficar suspenso  temporária ou definitivamente. Em pouco mais de 10 minutos a sua dádiva terá finalizado. O volume de sangue extraído (450 ml) é recuperado duas horas após a colheita. No fim da colheita deverá fazer uma refeição ligeira. Poucos dias depois de ter realizado a sua dádiva, irá receber de forma confidencial, os resultados das análises efectuadas. Será informado e orientado clinicamente caso algum teste estiver alterado e/ou for positivo. Lembre-se que a sua participação é voluntária, poderá decidir não dar sangue em qualquer altura do processo. 

 

terça-feira, 25 de Novembro de 2014

25 de Novembro - Um dia por todas as mulheres do mundo

Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher


Em 1999, as Nações Unidas (ONU) designaram oficialmente 25 de Novembro como Dia Internacional pela Eliminação da Violência  contra a Mulher. 



Violência plural
A mulher sofre diversas formas de violência. Quando pertence às classes menos favorecidas, sofre a violência de classe. Quando não é branca, sofre a violência racial. Pode ser vítima de uma violência múltipla, por exemplo, quando é negra e pobre.

No entanto, a mulher, independentemente da sua classe social, raça e idade, sofre também uma violência específica, de género, derivada da subalternização da população feminina. A organização social de género, atribui aos homens, prerrogativas que lhes permitem ditar normas de conduta para as mulheres, bem como julgar a aplicação correcta  dessas normas.
Violência dentro de casa
A violência física é uma das expressões extremas das contradições de género, que revela a crueza e profundidade do problema. É no espaço doméstico que ela é mais frequente e apresenta variadas formas. Contrariando o senso comum, as pesquisas indicam que o lugar menos seguro para a mulher é a sua própria casa. Segundo dados mundiais, o risco de uma mulher ser agredida em casa, pelo marido, ex-marido ou actual companheiro, é nove vezes maior do que o de sofrer alguma violência na rua.
Escondida pela cumplicidade da sociedade e pela impunidade, a violência contra a mulher ainda é um fenómeno pouco visível. Os casos que chegam às autoridades são apenas a ponta do iceberg. Os registos de ocorrência nas polícias revelam um número significativo de casos provenientes das classes alta e média alta, contrariando a tese, de que a violência contra a mulher, é apenas o resultado de uma cultura da pobreza ou da baixa escolaridade.

A violência é inimiga da saúde
A violência conjugal tem forte impacto sobre a saúde física e mental das mulheres. Os actos ou ameaças de violência, infundem medo e insegurança. As mulheres têm medo por causa do poder dos homens, em particular dos namorados ou maridos, e este próprio medo, serve para justificar o poder.
Entre as consequências psicológicas da violência, podemos destacar:   terror que paralisa, agitação e ansiedade próximas do pânico, ameaça constante de ataque, impotência,  incapacidade de actuar, desespero, sensação de abandono, desvalorização pessoal, indolência extrema, constante depressão.


 A violência doméstica - nas suas manifestações física, sexual e psicológica - é um problema de saúde pública, relevante pela magnitude do número de vítimas, bem como pela enorme quantidade  de recursos despendidos.
As mulheres agredidas tendem a ser menos produtivas. Faltam mais, apresentam dificuldade de concentração e desenvolvem uma baixa auto-estima. Estão também mais propensas à depressão e ao «stress».
O Banco Mundial estima que, em termos médios,   um em cada cinco dias de absentismo do trabalho feminino, decorre da violência.

São necessárias políticas públicas
A partir da década de setenta, do século XX, como resultado da luta das mulheres contra a discriminação, a questão da violência doméstica, transferiu-se do espaço privado para o espaço público, passando a ser encarada como um problema social a combater. Em vários países, começaram  a ser postas em prática políticas públicas, destinadas a enfrentar este flagelo social. Mas as respostas ao problema da violência doméstica, no tocante às políticas públicas, são ainda insuficientes. O combate à violência contra a mulher, exige acções integradas em diversos níveis, áreas e instâncias. Como problema público, exige políticas públicas, decididas e devidamente apoiadas.

Temos de eliminar a violência doméstica
A violência contra a mulher é um problema complexo, que não
se resolverá de forma simplista. Encontrar soluções, representa um enorme desafio para todos os segmentos da sociedade. Tal como o problema do racismo, é um problema de todos e de nenhuma raça em particular, também, o problema da violência contra a mulher, é um problema de todos e não apenas das mulheres.

Na área educacional, é preciso lutar por uma educação não sexista. Os docentes e outro pessoal, com trabalho nas  escolas, devem ter qualificação  e formação que lhes permita não terem comportamentos sexistas, e contrariarem  tais comportamentos nos alunos.
texto retirado do site da UMAR




Esta é a mensagem forte deste dia e o trabalho desenvolvido por esta escola nos últimos anos tanto com o projeto 
MUDANÇAS com ARTE da UMAR como com o 
NAMORAR COM FAIR-PLAY do IPDJ 
tem  como principal objetivo contribuir para a mudança necessária da  sociedade, apostando na juventude enquanto agente dessa mudança...


Também os professores deste Agrupamento estão preocupados com as questões da Igualdade de Género que deve ser cada vez mais uma realidade e um desafio constante nas nossas vidas. Assim, cá na escola, decorreu no passado ano letivo uma  Oficina de Formação sobre Educação , Género e Cidadania promovida pela DGE e que pretendeu responder  às necessidades manifestadas pelos formandos relativamente ao desenvolvimento de capacidades, competências e atitudes transversais à sua atividade enquanto educadores e docentes e que permitam promover a educação para a igualdade entre rapazes e raparigas no exercício de uma cidadania democrática, contribuir para a desconstrução de concepções e comportamentos estereotipados, relativamente ao género.
Pretendeu também ser um contributo para  integração da dimensão de género nas práticas educativas e nas dinâmicas organizacionais da nossa escola.


PES / GAAF

segunda-feira, 24 de Novembro de 2014

No poupar é que está o ganho...





Numa tarde com muita chuva, no dia 3 de Novembro, veio cá à nossa escola um senhor, chamado Bruno Barreira falar-nos um pouco sobre poupança. Ele era da DECO, explicou-nos que a DECO era uma Associação de Apoio ao Consumidor e como o tema era ”Vamos fazer contas à vida” ele veio explicar-nos como poupar dinheiro, mas também como o gastar…



Ele e o GUITO , o rapaz do vídeo, explicaram-nos  também o que eram os cartões multibanco e de crédito e de como precisávamos de ter dinheiro no banco para levantar dinheiro nas caixas do Multibanco.  Disse também que deveríamos combinar com os nossos pais para nos darem uma semanada ou mesada para as nossas despesas pois assim aprendíamos a controlar melhor o dinheiro que gastamos. Disse-nos também que devíamos ter um caderno para registarmos tudo o que recebíamos e gastávamos e também devíamos ter 2 mealheiros, um para os gastos e outro para a poupança do que sobrar da mesada.


Sugeriu-nos ainda que podemos arranjar forma de ”ganhar” algum dinheiro enquanto não podemos trabalhar “ a sério…”: vender coisas que já não precisamos, a lavar o carro dos pais, a ajudar algum vizinho, etc.








Foi muito importante e aprendemos muita coisa. A mensagem principal foi que é necessário começar a poupar para o nosso futuro e saber gerir o nosso dinheiro. Por exemplo, devemos poupar porque se nós quisermos uma boneca e precisarmos de um par de sapatilhas é melhor pensarmos duas vezes e se calhar é melhor comprar as sapatilhas, pois vamos precisar mais delas e depois, se sobrar dinheiro, podemos comprar a boneca. 

Também falamos de que não podemos pedir tudo o que queremos aos nossos pais, temos que ver o que realmente nos faz falta. E muitas das coisas que nos fazem falta nem se podem comprar, o sol, o carinho, beijinhos e abraços, etc...



Texto coletivo 6ºE realizado numa aula de Oferta Complementar

domingo, 23 de Novembro de 2014

Dia Nacional do Pijama na EB nº1 de Prado

Hoje, na nossa turma, assinalamos o dia do pijama. Primeiro ouvimos o hino que o Pedro Abrunhosa criou e depois de conversarmos sobre a importância desse dia e a sua finalidade, pintamos e recortamos pijamas para fazer um estendal. Dentro do pijama escrevemos palavras relacionadas com o que a família nos proporciona e muitas crianças não têm. AMOR, CONFORTO, CARINHO, EDUCAÇÃO, ENSINO, MIMINHOS, ALEGRIA, BEIJINHOS, TERNURA, FELICIDADE, foram as que achamos mais importantes.          


Turma 4 – 2ºano – EB nº1 de Prado 

Professora Olívia Rodrigues

quinta-feira, 20 de Novembro de 2014

Ecos do Dia Mundial da Poupança...

Foi no dia 31 de outubro o Dia mundial da poupança. Mas no dia 3 de novembro é que, na nossa escola, EB 2,3 de Prado, na sala 17, enquanto decorria a aula de português, assistimos a uma palestra sobre esse assunto.
Estava na sala 17 um elemento da DECO (Instituição de apoio ao consumidor),o Dr. Bruno. Mostrou-nos um PowerPoint com um bonequito chamado GUITO, que nos deu várias formas e conselhos sobre como poupar, como por exemplo, fazer um mealheiro, juntar dinheiro e com  a nossa mesada ou semanada guardar um pouco e gastar o outro…isso também porquê? Porque se algumas famílias e pessoas tivessem seguido esses conselhos não andavam agora a pedir empréstimos e a ficar com dívidas…
Assim, devemos gerir o nosso dinheiro da melhor forma possível, para no futuro sermos pessoas de sucesso, por isso segue tu também estes conselhos…
Texto coletivo 6ºC


Uma palestra muito útil

No dia 3 de novembro, a minha turma juntamente com outras duas turmas do 5ºano assistimos a uma palestra que tinha como tema “a poupança”.
O Dr. Bruno explicou-nos como devemos poupar. Deu-nos algumas dicas de poupança, como por exemplo, disse que devíamos ter um mealheiro em casa. Disse-nos também que não devemos pedir muitas coisas de uma só vez aos nossos pais, pois eles podem não ter dinheiro para tudo.
A nossa professora também explicou que , quando pedimos um empréstimo,  temos que pagar juros e por isso vamos ter que pagar mais do que recebemos.
Com esta palestra concluímos que há muitas famílias endividadas que não conseguem pagar os seus empréstimos.

Iara Pinto, 6ºC , nº12



Equipa PES/ GAAF

Trabalho do 6ºE sobre Tabagismo



Este foi o produto do trabalho efetuado pelos alunos para assinalar o Dia do Não Fumador... refletimos sobre o tema, exploramos conceitos como o de fumador passivo, a atual lei do tabaco, os efeitos negativos deste vício tanto para  a saúde como para  a carteira, etc... 
Profª Isabel Macedo