Foi no dia 16 de outubro
de 1945 que a Organização das Nações Unidas (aquela organização que
reúne todos os países do mundo, para promover a cooperação entre os
povos) fundou um grupo especial dedicado à Alimentação e à Agricultura.
Por esse motivo, é essa a data escolhida, desde 1979, para celebrar o Dia Mundial da Alimentação.
O objetivo é alertar para a fome e desnutrição que ainda existem em
muitas partes do mundo e, em especial, ajudar os países em
desenvolvimento (aqueles que são mais pobres) a obter os recursos
económicos e técnicos (ou seja, o dinheiro e as máquinas) necessários
para conseguirem produzir a sua comida.
Estima-se que, até ao ano
de 2050 a produção de alimentos tenha de aumentar 60% para conseguir
acompanhar o crescimento da população mundial. E, no entanto, todos os
dias deitamos fora imensa comida que poderia ser aproveitada. Sabias que um terço da comida produzida no mundo é desperdiçada?
Cabe às fábricas e empresas escoar os alimentos que não vendem, dando-os a quem precisa deles (e até já existem associações que ajudam a fazer este trabalho)
e também a todos nós, em casa, a comprar e cozinhar apenas aquilo de
que precisamos e a reaproveitar os restos para novas refeições - aquele
frango assado que não acabaste ontem ao jantar, ficava delicioso
desfiado num prato de massa com legumes hoje ao almoço, não achas?
Aprender a comer bem!
E
porque além de ajudar o mundo, também é importante ajudares-te a ti
mesmo, tu próprio podes fazer opções saudáveis e sustentáveis no momento
de decidir o que vais comer, todos os dias!
A dieta mediterrânica (que é o regime alimentar tradicional dos países da zona do Mediterrâneo, como Portugal) é considerada uma das mais saudáveis do mundo. E até ajuda a combater o risco de obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes e alguns tipos de cancro!
Por isso, é a base perfeita para te guiares na tua alimentação diária: muitos alimentos de origem vegetal, muito peixe, pouca carne vermelha
(que é a carne de animais como a vaca ou o porco; é preferível comer
carnes brancas, a carne de aves como o frango ou o perú), alguns laticínios (o leite e os alimentos que dele derivam, como o queijo ou os iogurtes) e a utilização do azeite como principal fonte de gordura.
De
certeza que já conheces a roda dos alimentos, onde isto está tudo
explicadinho, mas então e no dia a dia? Quando tens de preparar o teu
lanche, sabes aplicar o que a roda indica?
Quais as porções de cada elemento da roda dos alimentos indicadas para a tua idade
Dos 6 aos 12 anos:
Hidratos de Carbono (cereais e derivados e tubérculos): 5 porções por dia
Hortícolas: 3 porções por dia
Fruta: 3 porções por dia
Laticínios: 3 porções por dia
Proteínas (carne,peixe e ovos): 2 porções por dia
Leguminosas: 1 porção por dia
Óleos e gorduras: 1 porção por dia
Dos 13 aos 16 anos:
Hidratos de Carbono (cereais e derivados e tubérculos) - 6 porções por dia
Hortícolas (legumes): 5 porções por dia
Fruta: 4 porções por dia
Laticínios (leite, iogurtes e queijo): 3 porções por dia
Proteínas (carne, peixe, e ovos): 2 porções por dia
Leguminosas (feijão, grão-de-bico): 1 porção por dia
Óleos e gorduras: 1 porção por dia
Como se mede uma porção?
Uma porção pode ser diferente, conforme o tipo de alimento de que estamos a falar.
Se forem os hidratos de carbono,
pode ser o equivalente a uma fatia de pão, a uma batata inteira, cinco
colheres de cereais ao pequeno almoço, quatro colheres de arroz ou massa
e seis bolachas maria.
Se estivermos a falar de produtos hortícolas, geralmente equivale a uma chavéna cheia deles e, se for de fruta, a uma peça de fruta.
No que toca aos laticínios, uma porção pode ser uma caneca de leite, um iogurte ou duas fatias de queijo, e, quanto às proteínas, equivale a um ovo ou a cerca de 25 gramas de carne ou peixe.
Já nas leguminosas, equivale a cerca de três colheres cheias delas e, por fim, nas gorduras, basta uma colher de azeite ou uma colher pequenina (daquelas que usas para a sobremesa) de manteiga ou margarina.
Mas atenção: as necessidades nutricionais não variam só com a idade
- o sexo e o nível de atividade física também são fatores determinantes
(geralmente, os rapazes e quem pratica mais exercício precisam de
ingerir uma maior carga calórica)!
Concluíram-se hoje as sessões promovidas pelo CLDS 3G de Vila Verde em colaboração com o GAAF que, com os alunos do 6ºano, procuraram ajudá-los no desenvolvimento de competências básicas associadas a atitudes empreendedoras: iniciativa, trabalho em equipa, persistência, motivação e organização . As sessões de hoje foram dedicadas às turmas do 6ºA e do 6ºB. Através do visionamento de pequenos vídeos que despoletaram o diálogo sobre a temática e a concretização de algumas ideias-chave, foi proposta a realização de uma atividade prática, na qual os alunos colocaram à prova alguns dos conceitos abordados, e que neste caso, seria a organização de uma visita de estudo (escolha do local, objetivos a atingir, como angariar a verba necessária, como minorar os gastos, etc...). Seguiu-se uma chuva de ideias, nem sempre tão assertiva quanto seria de esperar de jovens desta idade e referidas algumas das questões menos agradáveis que podem advir de uma inici...
Terminou no passado sábado a ação de formação "Cultivar Mindfulness em contexto educacional" um projeto na área da Educação que propõe transformar a vida dos professores, das crianças e dos jovens, através do desenvolvimento de programas de aprendizagem sócio-emocional baseados nas práticas de mindfulness . Tem-se verificado um interesse crescente pela utilização das abordagens baseadas no mindfulness em contexto educacional, especialmente nas que são dirigidas aos alunos. Estas intervenções configuram-se como um caminho essencial para a promoção da saúde e bem-estar dos mais jovens, estando associadas ao aumento de comportamento pró-sociais, à redução de problemas de comportamento e à melhoria dos resultados académicos. Segundo Joana Carvalho , a nossa excelente e experiente formadora, "ao professor pede-se que disponibilize a todos os alunos suporte emocional, promova um ambiente de sala de aula acolhed...
A Iniciativa de Inovação e Empreendedorismo Social (IIES) "No Poupar Está o Ganho" visa combater o défice de literacia financeira e transmitir às crianças e jovens conhecimentos para o desenvolvimento de competências que lhes permitam, hoje e no futuro, a tomada de decisões financeiras informadas e responsáveis, contribuindo também para a melhoria do seu desempenho a nível escolar. A IIES “No Poupar Está o Ganho” consubstancia-se num programa integrado, implementado em regime de continuidade, ao longo do ano letivo. Este programa disponibiliza a professoras/es e alunas/os todos os recursos educativos necessários à aprendizagem de conceitos, concretização de objetivos e definição de prioridades, capacitando-os e dando o apoio necessário à implementação desta temática em contexto escolar. O programa está adaptado aos vários ciclos de ensino e todos os conteúdos vão de encontro aos temas constantes do Referencial de Educação Financeira. O projeto “No Poupar Está o Ganho”, inic...
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