segunda-feira, 7 de junho de 2021

AE Prado dirá PRESENTE...


No seguimento da participação neste concurso, alguns dos alunos das turmas participantes (por questões de saúde e segurança só poderão participar 5 alunos/turma)  participarão nesta cerimónia para apresentarem os  trabalhos/projetos desenvolvidos, perante alunos de outras escolas e para ouvirem as apreciações do júri.

Este concurso consistiu na concepção e representação de produções criativas que promovam o estabelecimento de relações interpessoais paritárias e equilibradas, baseadas no respeito mútuo, enquanto condição necessária para a promoção da Igualdade de género e a eliminação da violência de género.


As turmas que representarão o AE de Prado são as seguintes:

6º A e 6ºD  - Categoria  2º Ciclo

8ºA, 8ºB e 9ºD - Categoria 3ºCiclo


Com estes dados de 2020 podemos ver bem que há ainda um longo caminho a percorrer... e nós queremos que o trabalho desenvolvido com os nossos alunos possa contribuir para chegar ao "Pódio"...



GAAF 


AE de Prado na RTP 1

O Agrupamento de Escolas de Prado, em parceria com a Associação UNIFICAR, encontra-se a desenvolver, junto dos alunos do 1.º Ciclo, o Projeto DROPI, o qual mereceu a aprovação das Academias da Gulbenkian e despertou o interesse numa equipa de reportagem da RTP. 

O Projeto, entre outros objetivos, visa estimular a inteligência emocional e o espírito crítico das crianças.

A reportagem está acessível em https://www.rtp.pt/…/projeto-dropi-ajuda-criancas-a-gerir-o…


O diretor
Luís Afonso Martins


AEPrado já recebeu o Selo Protetor 2020-22 e já temos a bandeira hasteada, que bem que fica...

A Coordenadora da Equipa Técnica da Região Norte (ETRN), da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, Dra. Fernanda Almeida, visitou hoje o Agrupamento de Escolas de Prado, na companhia dos elementos da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Vila Verde, para proceder à entrega da bandeira e Selo Protetor conquistados pelo Agrupamento de Escolas.

O Diretor, professor Luis Martins, Beatriz Santos, presidente da CPCJ de Vila Verde, Judite Pregueiro e vários outros elementos da CPCJ bem como a coordenadora do GAAF, professora Isabel Macedo, partilharam esse simbólico mas emotivo momento pois todo estamos unidos no sentimento de que a promoção, proteção e defesa dos direitos humanos das crianças constitui um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento e progresso das comunidades, sendo imperioso continuar a adotar medidas para a prevenção dos maus-tratos nas crianças e jovens a nível nacional.








O projeto SELO PROTETOR constitui-se como um sistema integrado de gestão do risco e perigo e representa uma oportunidade de autodiagnóstico e capacitação dirigida às Entidades com Competência em Matéria de Infância e Juventude (ECMIJ) no âmbito da promoção e proteção dos Direitos da Criança, de acordo com o previsto no Artigo 7º da Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo.



domingo, 6 de junho de 2021

Todos juntos queremos "Dar o salto com o DROPI"

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O DROPI é um programa de desenvolvimento socio emocional, promovido pela Associação Unificar, dirigido a crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos (1º e 2ª ciclos) que pretende promover competências como resiliência, autoconhecimento e autoestima, comunicação, gestão emocional, pensamento crítico e empatia. O programa contempla 10 sessões que devem ser implementadas  semanalmente  .

É implementado por Agentes Multiplicadores DROPI, isto é, docentes e profissionais capacitados para a implementação do programa.


No AE de Prado esta Programa está já no seu 3ª ano de implementação, no primeiro com a cortesia e generosidade da Associação Unificar e os últimos dois ao abrigo da inclusão deste programa nas Academias Gulbenkian do Conhecimento.


É direcionado a todas as turmas do 3ºano e está neste momento em plena fase de implementação.

Este Programa para os Agentes multiplicadores, docentes e técnicos com a formação realizada, obriga a algumas reuniões de monitorização e de balanço, a primeira que contou com  a presença e o acolhimento do Diretor e da sua e adjunta e  ultima das quis se realizou na semana passada. 




Nestas sessões de trabalho para além de ser feito um acompanhamento muito próximo do trabalho que vai sendo desenvolvido com os docentes e  técnicos,  a técnica da Associação Unificar , Ana Pires, responsável pelo nosso Agrupamento, aproveita sempre para realizar algumas dinâmicas promotoras da motivação dos docentes e colocar-se ao nosso dispor para qualquer colaboração que se solicite.

A equipa de docentes este ano está reforçada com a psicóloga Márcia Pereira que está a fazer a intervenção conjuntamente com o professor em Cervães.


Também no Jornal das 13 horas do dia 5 de Junho, na RTP1 foi divulgada uma reportagem sobre a implementação deste programa neste Agrupamento bem como recolhidos alguns depoimentos dos alunos. 



GAAF



O programa baseia-se numa história infantil “Dá o salto com o Dropi!” (Daniela Costa, 2014), em que a personagem principal – DROPI - é um canguru que através do seu corpo, da sua linguagem, da sua história e da sua maneira de viver pretende influenciar outras pessoas no sentido de terem vidas mais saudáveis, positivas e equilibrada.

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O DROPI é um canguru muito especial: ele alimenta-se de sentimentos. Quanto mais ele identifica e exprime aquilo que está a sentir, mais forte e enérgico ele se sente. Isto também acontece quando os outros partilham sentimentos com ele… a sua força e vitalidade surgem da partilha de sentimentos. O nome Dropi vem da expressão “to drop feelings”, que significa deixar cair, soltar, largar sentimentos. Ele é os olhos e os ouvidos da sua comunidade!


A promoção de saúde mental tem sido alvo de maior atenção, pela sua interferência no funcionamento socioemocional e na aprendizagem de crianças e jovens (Stengård & Appelqvist- Schmidlechner, 2010) e tem sido operacionalizado através da promoção de competências socioemocionais como sendo o nosso “sistema imunitário” e, por isso, consistentemente associada a um maior bem-estar (Greenberg, Domitrovich, Weissberg & Durlak, 2017).

 

Apesar da educação ainda priorizar a aquisição do conhecimento académico, o aumento do número de crianças em idade escolar com problemas ao nível emocional, comportamental e de saúde mental (Greenberg et al., 2003), tem levado à crescente consciencialização sobre a urgência de ampliar o foco de intervenção.

Ao longo das últimas gerações e no mundo inteiro, estudos apontam um crescimento dos índices de depressão, ansiedade, distúrbios alimentares, abuso de substâncias, entre outros problemas de saúde mental ou física, especialmente entre os jovens (Norrish, 2015; Seligman & cols., 2009). Por outro lado, também são observadas inconsistências quanto aos níveis de felicidade (Seligman & cols., 2009). E ainda e por consequência, insucesso académico que aparece associado como fator de risco a comportamentos de risco, mediado por variáveis como absentismo e abandono escolar.

Diante dessas questões, importa refletir se os sistemas e modelos educacionais existentes estão preparados e adequados para responder às demandas atuais, ou se há a necessidade de novas abordagens que possam fazer mais e melhor para ajudar os jovens a lidar com os desafios e prosperar na complexa sociedade, além de experienciar mais propósito, realização, engajamento e relações significativas nas suas vidas (Norrish, 2015).


O Programa DROPI surge então como uma proposta (complementar) para responder a estas questões, agindo como ação preventiva, tendo como objetivo principal a promoção de competências socioemocionais - autoconhecimento, autoestima, empatia, comunicação, gestão emocional, pensamento crítico e resiliência - em crianças, com vista ao seu desenvolvimento integral, bem-estar e realização pessoal.  Consideramos que, percorrendo este caminho, estas crianças tornar-se-ão mais competentes para superarem os desafios e obstáculos inerentes ao seu desenvolvimento e mais conscientes das suas aptidões e forças – explorando o máximo do seu potencial.

 

Através da implementação do DROPI, temos obtido feedback positivo dos educadores referente ao impacto do programa nas crianças, nomeadamente pela maior autorregulação, maior capacidade de concentração, comunicação e participação, redução da indisciplina, melhoria das relações interpessoais, aumento da interajuda e coesão, maior inclusão dos alunos com NEE.



Informação do site da Associação UNIFICAR

«Escola para a Inclusão: "EU TU ESTÁS UP?"«

 No dia 1 de junho (3ªfeira) ao abrigo da nossa candidatura ao Programa CUIDA-TE + do IPDJ,   a  FNAJ- Federação Nacional das Associações Juvenis que é a entidade promotora da modalidade de dança do Programa Cuida-te+ do Instituto Português do Desporto e da Juventude, promoveu uma  intervenção através do tema «Escola para a Inclusão: "EU TU ESTÁS UP?"«, para a qual nos candidatamos.

O Diretor do Agrupamento, Prof. Luis Afonso deu inicio à sessão relembrando que os alunos escolhidos para esta atividade pertenciam ás turmas que têm revelado um melhor comportamento ao longo do ano letivo, sem qualquer tipo de ocorrência disciplinar e  que estas parecerias com entidades externas como o IPDJ são muito importantes, não só por possibilitarem alguns momentos que contrastam um pouco com a  "rotina escolar" mas também por valorizarem a componente artística, e a Arte é sempre uma fonte de alegria.

A atividade ficou um pouco aquém do esperado, pois os jovens neste contexto de pandemia estão necessitados de mais movimento e de momentos de descontração e a atividade afastou-se muito desse objetivo.
Valeu a experiencia e para o ano será certamente melhor. 

GAAF

Operação Nariz Vermelho

 Vamos “meter o nariz” apoiando esta causa… Operação Nariz Vermelho

                                      

Dia do Nariz Vermelho está de volta para mais uma fantástica edição, cheia de novidades, para todas as instituições de ensino que queiram meter o nariz nesta campanha e ajudar a ONV a receitar alegria às crianças hospitalizadas. 

 

Também quer meter o nariz neste dia especial? 


O Dia do Nariz Vermelho é um dia especial onde as crianças aprendem a importância da solidariedade social. O propósito é levar a alegria para fora das paredes do hospital e dar a conhecer os Doutores Palhaços e o seu trabalho nas pediatrias, de uma forma divertida. Propomos assim que utilizem a boa disposição como remédio para o bem-estar físico e emocional de todas as crianças.

A proposta do GAAF é que associem a celebração do Dia da Criança de uma forma diferente, no qual a nossa participação pode fazer a diferença na vida de muitas crianças, associar esta data a uma causa solidária, a Operação Nariz Vermelho. Pretendemos que seja  uma iniciativa de sensibilização junto da população escolar para a importância da solidariedade social. É um dia diferente nas Escolas, em que se realizam diversas atividades que ao mesmo tempo divertem, educam e sensibilizam os alunos para as questões sociais e ao mesmo tempo contribuem para o BEM-ESTAR das crianças no contexto global de Promoção da Saúde Mental e Prevenção da Violência.



Foi solicitada a visita de um Doutor Palhaço à escola entre os dias 10 de junho e 5 de Julho, que desejamos seja possível de concretizar, dando a conhecer O QUE FAZ O DOUTOR PALHAÇO, uma nova profissão, e a importância que um sorriso pode ter na vida de uma criança. Tudo isto numa mistura de alegria e brincadeira porque todos sabemos que enquanto brincam, as crianças desenvolvem diversas capacidades cognitivas. A divertirem-se ou a fazerem descobertas, as crianças sentem-se motivadas, recompensadas e felizes! Vamos explorar, em projetos e atividades divertidas, esta nova profissão!

 

Como podemos, nós escolas,  ajudar?  

Recolhendo fundos através da venda dos produtos solidários (Narizes, garrafas e lancheiras). Todos os fundos provenientes desta venda revertem 100% para esta missão.

EM 2018, O DNV foi assim: 450 ESCOLAS = 75.641 ALUNOS

O valor angariado pelas escolas em 2018 permitiu garantir a visita semanal de uma dupla de Doutores Palhaços a 4 hospitais durante 1 ano!

 

O que pedimos a cada docente é que acedam ao site  www.diadonarizvermelho.pt e/ou facebook

www.facebook.com/NarizVermelho/ , onde poderão encontrar não só informações mas também propostas de atividades, o desafio DNV, materiais e sugestões de atividades, etc…

Aos educadores, professores titulares de turma e Diretores de turma solicitamos que analisem com carinho a possibilidade de participar e incentivar os seus alunos a participar  nesta ação solidária.

Neste momento encomendamos:

·         narizes vermelhos (Donativo unitário igual ou superior a 2€) 

·         garrafas (Donativo unitário igual ou superior a 4€) 

·         lancheiras (Donativo unitário igual ou superior a 5€) 

Para além da campanha de angariação de fundos o objetivo desta ação passa também por utilizar A ARTE DO PALHAÇO como Ferramenta Educacional e A ALEGRIA como Estratégia para a Promoção da Saúde e enviamos uma apresentação em PowerPoint, que gostaríamos que  fosse apresentada aos alunos de todo o Agrupamento.

Entretanto quando for calendarizado pela entidade organizadora, o “nosso” Dia do Nariz Vermelho” gostaríamos muito de ver espalhados pelas escolas muitos NARIZES VERMELHOS, muita alegria e boa disposição.

Por favor, atentem ao nosso apelo e sejam SORRIDÁRIOS.

                                                                                                                                                                            GAAF

Educação para a cidadania através do método dialético e do teatro



No seguimento da formação de professores realizada neste projeto EAR com a temática supra referida, realizada pelas professoras Isabel Macedo e Renata Flaiban, realizou-se posteriormente a implementação de um cenário educativo, como parte final da formação.  A escolha recaiu sobre o tema "Violência no Namoro", de acordo com o interesse manifestado pelo público alvo, a turma do 8ºD e decorreu durante 4 semanas na aula de Formação Cívica, durante o mês de Maio. 

Esta formação europeia está a ser também implementada junto de profesor@s e formador@s em outros países Europeus, tais como Grécia, Espanha, Itália e Reino Unid



Na fase de implementação tivemos um reforço muito importante na equipa, a colaboração da Psicóloga, Drª Fátima Rodrigues, que funcionou como observadora externa e responsável por registar as intervenções e produtos realizados pelos alunos durante as sessões, identificar quais as competências-chave desenvolvidas em cada sessão,   registar a reação do alunos e a sua adesão às várias dinâmicas propostas e o mais importante, proporcionar às docentes um feed-back no final de cada sessão, capaz de promover uma melhoria da sessão posterior.

Quanto ás competências mais desenvolvidas nas diversas sessões foram a cooperação , a capacidade de observação e a escuta ativa, a flexibilidade e a adaptabilidade, a tolerância à ambiguidade, o desenvolvimento de uma aprendizagem autónoma e principalmente o aperfeiçoamento de competências  linguísticas e de comunicação. 

Palavras das Professoras

Os alunos mostraram uma atitude participativa, aderiram às dinâmicas apresentadas, embora ainda apresentam algumas dificuldades na gestão comportamental, carecendo da necessidade de desenvolver competências de autocontrolo. Constatamos que os alunos adquiriram mais conhecimento sobre a temática violência no namoro, os diferentes tipos de violência e formas de resolução/atuação face à violência no namoro.  A turma é bastante conversadora e, por vezes, dispersa. Enfatizamos a busca de solução não violenta para o dilema apresentado na dramatização. A reação de participarem mais à vontade no aquecimento, e também de voluntariarem-se para dramatizar, parece-nos indicar progressos no sentido de aderirem com mais prazer às propostas desenvolvidas.

Há jovens que estão mais preparados para refletir e, quem sabe, agir nas situações de violência no namoro apresentadas. Há outros que tendem a levar tudo como brincadeira ou piada e não perdem a oportunidade para polemizar. A tolerância à ambiguidade ficou bastante evidente quando os alunos estiveram a discutir sobre ser ou não o ciúme uma prova de afeto. As diferentes opiniões a respeito, bem como os variados “níveis” e formas de demonstração de ciúmes foram questionados pelos jovens. Já a flexibilidade e adaptabilidade surgiram nos trabalhos realizados em grupo, no qual precisaram debater ideias, ceder e adequar-se para conseguirem chegar a um resultado no curto espaço de tempo que tiveram para a produção criativa, e todos os grupos conseguiram atingir os objetivos previsto. Ficou nítido que avançaram no conhecimento da temática trabalhada, pelas respostas adequadas que deram às questões apresentadas no Quizz. Reagiram com tumulto nas atividades em grupo, mas ao mesmo tempo com alegria e boa disposição na apresentação para os colegas. Embora apresentem resistência a exporem-se em pequenos grupos, vale a pena insistir, pois acabam por se descobrir nestas práticas e revelam-se capazes para apresentações bastante criativas, com envolvimento

Palavras da Psicóloga

Os alunos mostraram uma atitude participativa, aderiram às dinâmicas apresentadas, embora ainda apresentam algumas dificuldades na gestão comportamental, carecendo da necessidade de desenvolver competências de autocontrolo.

Constatei que os alunos adquiriram mais conhecimento sobre a temática violência no namoro, os diferentes tipos de violência e formas de resolução/atuação face à violência no namoro. Considero que a temática é muito atual e de crucial importância para os jovens alunos por forma a prevenir situações de violência no namoro. Outro fator que contribuiu para um bom funcionamento das várias dinâmicas foi a metodologia utilizada, sendo muito apelativas e interativas.

    


Palavras dos alunos (Focus group)

Relativamente ás atividades 

aprendi enquanto representava; fizemos jogos, Visionamos e comentamos vídeos, contamos histórias, dançamos, fizemos quizes, miniteatros, debates, tivemos que tomar posição  face a algumas declarações (concordo, discordo, não concordo nem discordo, não tenho opinião) 

Aprendi que

Como reagir se viver alguma situação de violência ou como ajudar alguém nessa situação, a respeitar mais as pessoas pois não o que elas estão a passar, que todas as opiniões são válidas

Quais as maiores diferenças destas aulas?

não usamos cadernos e não é tão cansativo coo nas outras aulas, falamos de coisas diferentes, nas outras aulas só aprendemos matérias, são aulas mais interativas, nas quais somos mais participativos, são aulas fixes e diferentes, é mais divertido e educativo, na 1ºa sessão achei chato, mas agora estou a adorar.


Temas que gostariam de trabalhar em próximas oportunidades

Racismo e Homofobia






Professoras Isabel Macedo, Renata Flaiban e Drº Fátima Rodrigues

Caminho em Construção

Com os objetivos de  orientar os alunos num processo de coconstrução do seu percurso de vida e na sua autonomização; desenvolvimento de competências pessoais e sociais, de saúde e de bem-estar e fomentar a coesão grupal, através de um processo de educação não formal irão realizar-se 5 Workshops de Educação, com atividades de cooperação, de auto conhecimento e de conciliação cultural, planeados e dinamizados pelo GAAF em colaboração com a Associação Unificar.





O público alvo são os alunos do 9ºM e esta intervenção decorrerá entre 2 e 17 de Junho, com o generoso apoio da 
 Associação de Pais da EB de Prado              
                                                                                                    



GAAF