terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Escola Segura previne violência no namoro





Porquê abordar este tema na Escola ?????


16% dos jovens considera que é “normal forçar o/a companheiro/a a ter relações sexuais” e 22% não reconhece, perante uma situação concreta, que está a ser vítima de violência no namoro. Estas são algumas das conclusões de um estudo levado a cabo pela União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), que inquiriu cerca 2.500 jovens, entre os 12 e os 18 anos, de Braga, Grande Porto e Coimbra e que foi agora divulgado.
No entanto, a investigação chegou também à conclusão de que os rapazes “legitimam mais comportamentos violentos do que as raparigas”. Isto porque as investigadores concluíram que 14,5% das raparigas consideram que forçar beijos ou relações sexuais não é uma forma de violência no namoro, ao passo que, nos rapazes, a percentagem sobe para 32,5%, ou seja, mais do dobro.
As investigadoras avançam ainda que 7% dos jovens inquiridos afirmaram já terem sido vítimas e violência no namoro. No estudo, foi feita a separação entre violência psicológica, física e sexual, e o tipo de violência mais descrito foi o psicológico, com 8,5%, seguida da violência física (5%) e sexual (4,5%). As investigadoras afirmam que estes são dados “preocupantes”, tendo em conta que a média de idades dos jovens ouvidos neste estudo é de 14 anos.


No dia 11 de fevereiro as turmas do 9ºano, PIEF e ensino Vocacional tiveram oportunidade de esclarecer dúvidas e debater este tema com  a preciosa colaboração dos agentes da Escola Segura, Daniel Lomba e Sérgio Dias .


 Desejamos que estas ações de hoje  possam ter um reflexo positivo no Futuro ...


GAAF


PRADO in LOVE ...


      Atividade: Amor é…

Objetivos:

·        Refletir sobre a importância dos sentimentos na nossa vida

·        Interiorizar a importância da palavra como expressão de sentimentos






Foi uma proposta de atividade simples e que trouxe um “look” colorido e amoroso aos vários espaços escolares.













 


 Que bonita ficou a nossa escola...
GAAF / PES


Amor também é… prevenir os maus-tratos e proteger os direitos das crianças.



Não foi muito fácil, mas ficou bonito...
Inserido nas atividades da Semana de Prevenção dos maus tratos infantis assinalada neste Agrupamento e em todas as escolas do concelho de Vila Verde entre 15 e 19 de fevereiro, promovemos  na manhã de hoje (dia 16) a realização de um coração humano, atividade na qual tivemos o prazer e a honra de contar com a participação do Centro Escolar de Prado (JI e 1ºciclo), que "em peso" enriqueceu e animou esta iniciativa.

O objetivo foi assinalar a data e manifestar publicamente o compromisso e o apoio desta comunidade escolar à causa da prevenção dos maus tratos em crianças e à promoção e proteção dos seus direitos e tanto alunos como educadores,  professores, técnicas especializadas, assistentes operacionais e técnicos deram o seu valioso contributo nesta atividade que,  associada à temática do Dia dos Namorados (relativa à qual a Escola ainda apresenta um colorido poético e sentimental) pretende clamar bem alto que Amor também é… prevenir os maus-tratos e proteger os direitos das crianças.
GAAF

Parentalidade Positiva

Assinatura do protocolo com a Doutora Ana Almeida (Universidade do Minho) o diretor do AE de Prado, prof. José António Vieira Peixoto e as técnicas especializadas Drªs Fátima Rodrigues (Psicologia e Orientação)  e Susana Almeida (Serviço Social).

O GAAF vai promover um programa psicoeducativo de apoio à promoção da convivência familiar “ Viver a Adolescência em Família”, ao abrigo de um protocolo assinado pela Direção do AE Prado e a Universidade do Minho.
Após duas fases de formação com dois dos autores deste programa -Juan Carlos Martìn Quintana (Universidade de Las Palmas de Gran Canaria) e de e Miriam Álvarez Lorenzo (Universidade de Laguna), a equipa promotora (Fátima Rodrigues, Isabel Macedo, Lúcia Pinheiro e Susana Almeida) pretende dar início à aplicação deste Programa que visa estabelecer com as famílias modelos de intervenção que têm por finalidade trabalhar conjuntamente (família + adolescente) para solucionar os problemas que produzem situações de crise e de possível risco, com vista à promoção de uma convivência familiar saudável. É importante que os pais disponham dos recursos que este programa proporciona para refletirem sobre os conhecimentos e estratégias que lhes permitam melhorar as suas competências e fortalecer as relações com a comunidade.
 Porque consideramos urgente e imprescindível uma intervenção com base no apoio e reforço das atuações parentais de modo a contribuir para a redução de muitos dos problemas não só na escola mas também nas famílias, estamos neste momento a organizar as candidaturas a este 1º  grupo de intervenção.


Mais alguma informação:


Considerando que na Recomendação do Conselho da Europa de 13-12-2006 sobre parentalidade positiva propõe-se o reconhecimento das responsabilidades parentais e a necessidade de proporcionar aos pais o suporte adequado para que estes as possam cumprir plenamente definem-se como conteúdos da parentalidade positiva:

         a) Comportamento parental baseado no superior interesse das crianças;
b) Parentalidade orientada para um desenvolvimento integral e equilibrado das crianças, proporcionando-lhes todas os instrumentos necessários no sentido de que estas se venham a tornar adultos socialmente integrados e responsáveis;
c) Comportamento parental afetuoso e não violento, proporcionando um apoio adequado às crianças e o reconhecimento do seu valor, das suas capacidades e das suas necessidades;
d) Criação de metas, orientações e objetivos conducentes a potenciar o pleno desenvolvimento da criança, estimulando e maximizando todas as suas aptidões e capacidades.
“Crianças” designa crianças e jovens até à idade de 18 anos;
“Pais” designa pai e/ou mãe bem como outras pessoas titulares da autoridade e da responsabilidade parental;
“Parentalidade” integra o conjunto de funções atribuídas aos pais para cuidar e educar as suas crianças. A Parentalidade centra-se na relação pais-crianças e integra direitos e deveres para o desenvolvimento e autovalorizarão das crianças;
“Parentalidade Positiva” refere-se a um comportamento parental fundado no respeito pelos direitos da criança que visa assegurar a satisfação das necessidades básicas através da proteção dos riscos e a criação de um ambiente que promova o seu desenvolvimento harmonioso, valorize a sua individualidade  e autonomia.



GAAF