quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A sabedoria popular ao "serviço" da alimentação e não só...


O Dia da Alimentação foi assinalado na escola com um conjunto de atividades cujo objetivo foi sensibilizar a comunidade educativa para questões associadas a esta temática.





O Polivalente, bem como outros espaços da escola, foram decorados com provérbios e máximas da sabedoria popular alusivos ao tema e devidamente "servidos" em pratos, alguns conselhos muito importantes sobre alimentação  e uma grande variedade de frutos, recortados e decorados pela profª. Rosa Silva, uma docente com "mãos de fada", muita iniciativa e vontade de colaborar.

Também a profª Sameiro Laje, elemento da Direção  responsável pela Cantina e Bufete foi um precioso elemento da equipa dinamizadora e "reuniu" as "tropas"  e os meios necessários ao bom funcionamento desta atividade.


 


Também as nossas assistentes operacionais não tiveram "mãos a medir" e tiveram as instalações "abrilhantadas" com cor e animação...








Foi reforçada a necessidade do pequeno-almoço como 1ª refeição do dia e apresentada uma proposta de refeição saudável.



Graças ao patrocínio da loja "Pingo Doce" de Vila Verde, que nos ofereceu fruta para disponibilizar aos alunos,  o Polivalente transformou-se numa imensa frutaria, cheia de cor e sabor, "tentando" os alunos que se deliciaram com esta merenda diferente da habitual...



Nunca é demais relembrar a importância da fruta na alimentação e todas as iniciativas que promovam o seu consumo habitual, devem ser valorizadas...






Foram também expostos trabalhos realizados pelos alunos , nomeadamente os "concorrentes" ao concurso "toalhete saudável" , uma parceria LPCC /equipa PES, que tem ido imensa adesão das várias escolas deste Agrupamento.

Lembramos que estão ainda a decorrer outros dois concursos, o GREEN CHEF da DECO e um outro da LPCC sobre Agricultura Familiar, o tema deste ano instituído pela FAO.

GAAF / Equipa PES

Neste dia da Alimentação aqui fica uma "belíssima" receita que todos devemos experimentar

GAAF

Hoje e sempre...

Para uma vida mais saudável vamos defender o lema:

Eat it, drink it, move it

Dia Mundial da Coluna celebra-se hoje pela primeira vez em Portugal

O Dia Mundial da Coluna celebra-se a 16 de outubro.
Estima-se que mais de 70% da população portuguesa já sofreu ou sofre com dores na coluna vertebral. As doenças da coluna representam mais de 50 por cento das causas de incapacidade física em idade laboral e são uma das principais causas de ausência no trabalho.

Dores nas Costas 

Além de limitar bastante os movimentos, a dor nas costas pode ser uma dor incapacitante.

Hábitos de vida como o sedentarismo, obesidade, falta de exercício físico têm bastante influência no agravamento das dores nas costas.

Para que os mais jovens não tenham de passar por situações semelhantes num futuro mais próximo do que se julga, devemos atender à  promoção de uma postura acertada (dentro e fora da sala de aula)e  ao peso ideal da mochila de escola.  Porque prevenir ainda é o melhor remédio.
mochilas

1. A mochila de escola não pode pesar mais do que 10% do peso total de uma criança. Os pais têm de fazer as contas e ver quanto pesam os filhos e as malas que estes transportam no dia-a-dia: se a criança pesar 20 quilos, por exemplo, a mochila não pode ter mais do que dois quilos. O excesso de peso contribui para uma sobrecarga na coluna e nos discos que, apesar de não se notar nesta fase da infância, mais tarde pode trazer problemas.
2. Não é só o peso da mochila que está em causa, mas também a forma como esta é transportada. Caso não seja corretamente colocada nas costas, com as duas alças devidamente ajustadas sobre os ombros, pode provocar deslizamentos ao nível da coluna e o surgimento de escoliose .
3. Além da recomendação óbvia — a criança/jovem tem de estar sentado de forma correta sempre que possível –, quando ao computador ele deve olhar para o terço superior do monitor, sendo que o ecrã não pode estar numa mesa nem muito baixa nem muito alta, mas sim a uma altura proporcional à do olhar da criança /Jovem.
4. Os cuidados com a coluna devem ser levados para casa, tal qual um TPC. “Muitas vezes as crianças fazem os trabalhos de casa em cima da cama, com o lápis numa mão e uma perna em cima da almofada”, e essa postura é inadequada. Os jogos de computador também estão em sobreaviso por causa das posições que os mais pequenos adotam na hora do entretenimento. Devemos estar atentos.
5. Nenhuma atividade extracurricular é perigosa, desde que devidamente orientada. Não se pode impedir uma criança de fazer karaté ou judo, mas a natação é uma boa proposta porque ajuda a manter a coluna perfeitamente alinhada, além de trabalhar e reforçar os músculos que se encontram à volta da coluna — quanto mais forte estiverem esses músculos,  melhor é a sustentação que é dada à parte óssea;
6. Como convencer uma criança a fazer tudo isto? O "segredo" é  incentivar, reforçar e apoiar as atitudes corretas. Resumindo, chamar a atenção de uma criança quando esta apresentar a postura ideal e explicar-lhe o porquê . O importante é saber não desistir, pelo que o incentivo deve ser feito ao longo do processo de aprendizagem.
7. E porque o óbvio nunca é de mais: promova a atividade física dos mais pequenos, de modo a evitar o sedentarismo acompanhado de uma correta alimentação.

Equipa PES

Dia Mundial da Alimentação


O Dia Mundial da Alimentação foi comemorado, pela primeira vez, a 16 de Outubro de 1981 e foi criado com o intuito de promover uma reflexão sobre a alimentação a nível mundial e, principalmente, sobre a fome no planeta. A data foi escolhida para assinalar a criação da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), em 1945.



Todos os anos é seleccionado um tema e, a partir dele, diversas actividades artísticas, desportivas e académicas vão sendo desenvolvidas, por todo o mundo. São de realçar, pela sua importância e impacto, alguns dos temas já abordados no dia Mundial da Alimentação, tais como: “Pobreza rural” (1985); “Alimentação e meio ambiente” (1989); “A luta contra a fome e a desnutrição” (1996); “Lutar contra a fome para reduzir a pobreza” (2001); “Preço dos Alimentos – da Crise à Estabilidade” (2007).

 
O tema do Dia Mundial da Alimentação 2014: “Alimentar o Mundo, cuidar o planeta” tem, como objectivo fundamental, sensibilizar para a importância da agricultura familiar e dos pequenos agricultores. Centra a atenção mundial no relevante papel da agricultura familiar e na erradicação da fome e da pobreza, na promoção da segurança alimentar, na melhoria da nutrição e da qualidade de vida, na gestão dos recursos naturais, na protecção do meio ambiente e no desígnio do desenvolvimento sustentável, em particular nas zonas rurais.
A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o ano 2014 como “Ano Internacional da Agricultura Familiar”. Este é um sinal claro de que a Comunidade Internacional reconhece a importante contribuição dos agricultores familiares e da segurança alimentar familiar.


Equipa PES

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

CONCURSO ESCOLAR “LENDAS DO ALTO MINHO”


Consciente da importância da educação e da qualificação para o desenvolvimento da criatividade, a CIM Alto Minho (A Comunidade Intermunicipal do Minho-Lima) , pretende dinamizar uma estratégia de valorização criativa dos principais recursos identitários do território, contribuindo deste modo não só para criar as bases essenciais à promoção de uma comunidade dinâmica e criativa, mas também à referenciação de novos talentos.
 
Assim,  lançou o CONCURSO ESCOLAR “LENDAS DO ALTO MINHO” 2014/2015, para fomentar nos estudantes, em conjunto com os seus professores e com o apoio das famílias, a valorização criativa da memória coletiva do Alto Minho recorrendo à sua capacidade imaginativa e artística.


Este desafio dirige-se, assim, a todas as escolas do 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico, do ensino secundário e das escolas profissionais dos concelhos do Alto Minho, distribuído pelas seguintes quatro categorias:



1. DESAFIO ILUSTRAÇÃO “LENDAS DO ALTO MINHO”


1º Ciclo do Ensino Básico




2. DESAFIO BANDA DESENHADA “LENDAS DO ALTO MINHO”

2º Ciclo do Ensino Básico


3. DESAFIO VÍDEO “LENDAS DO ALTO MINHO”

3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Profissional



4. DESAFIO MULTIMÉDIA “LENDAS DO ALTO MINHO”

Ensino Secundário Regular e Profissional





Para mais informações consultar por favor o link, onde se encontra o respetivo REGULAMENTO E FORMULÁRIO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE.

http://www.cim-altominho.pt/gca/index.php?id=1009

iniciativa “A Terra Treme”


 
 Também na EB de Prado esta iniciativa teve eco...

A terra pode "tremer" que nós estamos preparados...


A terra vai tremer em Portugal exactamente às 10h13 desta segunda-feira, dia 13 de Outubro
E eis o que todos têm a fazer: baixar-se, para evitar uma queda, abrigar-se sob uma mesa e esperar um minuto até que o sismo passe.
Calma, é apenas um exercício nacional de preparação dos cidadãos para o risco sísmico. A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) está a convidar toda a população a participar – onde quer que as pessoas estejam, nas escolas, empresas, em centros comerciais ou em casa. Se os portugueses aderirem em força, muitas mortes ou ferimentos podem ser evitados num terramoto real no país.
Num sismo, o desespero pode fazer com que qualquer um corra para a rua, com medo de que a casa lhe caia em cima. Mas o mais seguro é proteger-se logo que o tremor é sentido.
Executar estes procedimentos básicos de segurança é o que a campanha pede a quem queira participar. “No dia 13 de Outubro, pelas 10h13, onde quer que esteja, execute os três gestos que protegem”, é o mote divulgado no sítio da iniciativa “A Terra Treme” na Internet.
Mas o objectivo maior é que aquele minuto estimule as pessoas a falar mais sobre os sismos e a levar em conta um conjunto de “fases” de preparação para o risco sísmico, que é elevado em Portugal.
A primeira é identificar e corrigir os riscos dentro da nossa própria casa: ver, por exemplo, se há objectos pesados em prateleiras altas, se quadros e espelhos mais pesados estão solidamente pendurados, se estantes e outros móveis estão fixados às paredes.
A preparação passa também por um plano de emergência familiar. O ponto de partida deve ser o diálogo.  “Temos de nos pôr a conversar sobre isso em casa, com a nossa família. A ideia não é criar pânico, nem alarmismos. É ir conversando”.
Um plano envolve saber o que fazer – por exemplo, desligar a água, a luz e o gás logo após o sismo, devido à probabilidade de rupturas e curtos-circuitos –, ter os contactos de emergência à mão e garantir a manutenção de um kit de emergência, que no mínimo assegure três dias de luz, água e alimentos.

thumbnail_3rikaO exercício “A Terra Treme” é inspirado na iniciativa “Shake Out”, que nasceu na Califórnia, em 2008, e se espalhou para outros estados e países. Em 2013, envolveu 25 milhões de pessoas, 70% das quais em escolas. Nalguns países com forte risco sísmico, como a China, Japão e Chile, o invesimento na preparação individual reflecte-se na atitude dos cidadãos perante um terramoto, com menor tendência para saírem a correr em desespero. "Há uma reacção muito mais serena", afirma Anabela Saúde.

Em Portugal, é o segundo ano em que se faz este tipo de exercício – que é diferente de um simulacro de sismo. Num simulacro, o que se testa é sobretudo a capacidade do sistema de socorro. Neste caso, o foco está no cidadão comum.

No ano passado, a iniciativa “A Terra Treme” mobilizou cerca de 100 mil pessoas. 

A data escolhida coincide com o Dia Internacional para a Redução de Catástrofes, com que as Nações Unidas chama anualmente a atenção para a problemática dos desastres naturais.   


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Outubro rosa em todo o Mundo, virtual e não só...




Outubro começou e o rosa vai estar na ordem do dia! 




Porquê?

Porque Outubro é o mês dedicado à prevenção do cancro da mama.  
Por todo o mundo várias iniciativas se desenvolvem e também no mundo virtual. 


Também no Agrupamento de  Escolas  de  Prado  este mês será devidamente assinalado.

Porquê falar de cancro na ESCOLA ????




Educação para a Saúde e Prevenção do Cancro

O cancro é a principal causa de morte nos países economicamente desenvolvidos e a segunda principal causa de morte nos países em vias de desenvolvimento.

A sua incidência continua a aumentar de ano para ano, particularmente nos países em vias de desenvolvimento, sendo que pelo menos cerca de 7 milhões de pessoas morrem de cancro anualmente.

Em Portugal, e tal como acontece em todo o Mundo, a incidência do cancro está a aumentar, estimando-se que cerca de 25 mil pessoas morram todos os anos desta doença no nosso país.

O reconhecimento de que as doenças oncológicas constituem a segunda principal causa de morte também em Portugal, assim como o aumento da incidência e mortalidade por cancro no nosso país, conduziu a que o combate contra o cancro se estabelecesse como uma das prioridades do Plano Nacional de Saúde. Neste âmbito, assume especial relevância a promoção da saúde e do diagnóstico precoce, considerando-se prioritário efectivar a prevenção primária através da promoção de estilos de vida saudáveis.
Na verdade, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, cerca de 40% de todos os cancros podem ser prevenidos e outros podem ser detectados numa fase precoce do seu desenvolvimento, tratados e curados. Assim, atendendo a que o cancro é potencialmente, de entre as principais doenças crónicas ameaçadoras da vida, aquela que mais pode ser prevenida e com maior possibilidade de cura, torna-se necessário aplicar o conhecimento existente e implementar acções no âmbito do seu controlo, por forma a tornar esta verdade realidade.
A sensibilização, prevenção primária e detecção precoce do cancro são portanto componentes chave para o controlo desta doença, possibilitando uma redução da sua incidência e mortalidade na população. Deste modo, especial atenção deverá ser dada aos esforços de educação para a saúde e, neste contexto, às iniciativas colectivas capazes de facilitar as opções individuais por estilos de vida mais saudáveis
Educação para a Saúde e Prevenção do Cancro nas Escolas
Embora se aceite actualmente que o campo de acção da Educação para a Saúde é toda a comunidade, considera-se primordial que seja junto dos alunos que esta acção mais se faça sentir.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda mesmo a construção de escolas promotoras da saúde como o modelo mais válido para promover a saúde e a educação para a saúde dos alunos, assim como apela para a importância da formação específica dos professores na área da educação para a saúde.
Esta mesma perspectiva é apoiada pela American Association for Health Education, que enfatiza o desenvolvimento de programas de saúde nas escolas, destinados a promover a qualidade de vida dos alunos mas, também, de todo o staff integrado nos seus diversos factores.
Uma vez que em idade escolar os jovens se encontram em fase de formação física, mental e social e estão potencialmente mais receptivos à aprendizagem de hábitos e assimilação de conhecimentos, a educação para a saúde é primordial nas escolas. Pretende-se, de um modo geral, preparar o aluno para que, ao deixar a escola, seja capaz de cuidar da sua própria saúde e adoptar um estilo de vida caracterizado por comportamentos de saúde positivos, que resulte do desenvolvimento de todas as suas possibilidades físicas, mentais e sociais.

Na verdade, os hábitos de saúde aprendidos durante a infância e idade escolar prolongam-se habitualmente pela idade adulta, pelo que se ensinarmos as crianças  e jovens a tomar decisões saudáveis na infância e adolescência, as possibilidades de se tornarem adultos activos e saudáveis aumentam.
Por tudo isto, a escola deverá ser encarada como uma “avenida” natural para proporcionar aos alunos a aquisição de conhecimentos, atitudes e competências que lhes permitam iniciar, parar ou mudar os comportamentos de saúde e prevenir a doença, nomeadamente a doença oncológica.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Desafio 1 deste ano da DECOJOVEM

GREEN CHEF – 2ª EDIÇÃO


Este concurso tem como principal objetivo sensibilizar os jovens e as suas famílias para a importância do combate ao desperdício alimentar.
Estima-se que em Portugal se desperdiça cerca de 1 milhão de toneladas de alimentos por ano, 324 mil das quais em casa, segundo o Projeto de Estudo e Reflexão sobre Desperdício Alimentar (PERDA), desenvolvido pelo Centro de Estudos e Estratégias para a Sustentabilidade. Produtos que passam o prazo de validade, ou que perdem a sua frescura e vão para o lixo sem serem consumidos, refeições que se cozinham em excesso não se fazendo o aproveitamento de sobras, são alguns dos exemplos.
À escala mundial cerca de um terço dos alimentos produzidos para consumo humano (1,3 mil milhões de toneladas) são desperdiçados por ano, segundo o relatório da Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO). Enquanto nos países menos ricos a maioria das perdas ocorre nas fases iniciais (produção agrícola) e intermédias da cadeia de abastecimento, nos países mais desenvolvidos dá-se sobretudo no consumo. Nestes, é o comportamento do consumidor a principal razão para o desperdício alimentar assim como a descoordenação entre produtores e distribuidores. Por exemplo, há alimentos desperdiçados devido a normas de qualidade que rejeitam alimentos quando a forma e a aparência não são perfeitas.
O desaproveitamento nos países industrializados (222 milhões de toneladas) é quase tão alto como a produção total líquida de alimentos na África Subsariana: 230 milhões de toneladas. São números que nos obrigam a pensar!
Para combater este desperdício, o consumidor deve…
  • mudar o seu comportamento,
  • começar a planear melhor as compras dos produtos alimentares e não comprar demasiado,
  • armazenar corretamente os alimentos em casa e a avaliar as suas reais necessidades,
  • não cozinhar em excesso e evitar a inutilização de comida.
Com a realização do Concurso “Green Chef ” a DECOJovem pretende que os alunos:

- Conheçam as formas de desperdício alimentar ao longo da cadeia alimentar
- Sejam sensibilizados para o combate ao desperdício alimentar em suas casas
- Compreendam os custos ambientais, económicos e sociais associados ao desperdício alimentar
- Sejam agentes ativos no combate ao desperdício alimentar em casa e na sua escola

Quem pode concorrer ao Concurso “Green Chef”?
Podem participar no concurso alunos das escolas DECOJovem dentro dos seguintes escalões:

1.º escalão: alunos do 1º ciclo do ensino básico das Escolas DECOJovem
2.º escalão: alunos do 2º e 3.º ciclo do ensino básico das Escolas DECOJovem
3.º escalão: alunos do ensino secundário e profissional das Escolas DECOJovem

No ano letivo 2014-2015,  as equipas (máximo: 3 elementos) deverão criar fichas técnicas de novas receitas com aproveitamento de sobras de refeições, privilegiando a pesquisa junto da sua família e na sua comunidade. Deve ser justificada a opção da escolha da sua receita dentro dos objetivos estabelecidos pelo concurso.


As inscrições para o concurso já estão abertas!
Fala com o teu professor / DT  e, individualmente ou em grupo de 2 ou 3 elementos, participa... 



segunda-feira, 6 de outubro de 2014

II Jornadas TEIP do Agrupamento de Escolas de Prado (dia 4)

Na manhã de sábado, dia 4 de Outubro, as II Jornadas Pedagógicas TEIP foram reatadas com um momento musical, a cargo de 4 alunas do 7ºB orientadas e acompanhadas pelo prof. Manuel Monteiro, numa alusão artística à passagem de Sá de Miranda por estas terras do concelho de Vila Verde.
O primeiro orador do dia foi o Doutor Paulo André, coordenador EPIPSA (Equipa de Projetos de Inclusão e Promoção do Sucesso Educativo) da Direção Geral de Educação, que referiu algumas das particularidades das escolas TEIP e apontou algumas pistas que nos poderão ajudar a encontrar e melhorar o   percurso que estamos  a fazer enquanto instituição,  na procura de melhor eficácia, capaz de responder aos desafios que nos são diariamente apresentados. Reforçou a necessidade de refletir e agir para preparar o futuro e para tal é necessário avaliar o passado e conhecer muito bem o presente. É para esse bom conhecimento do presente que os relatórios TEIP são úteis, tal como os planos de melhoria são importantes para preparar o futuro. Conhecer o presente é também conhecer o que os outros fazem (rede de escolas TEIP), conhecer as possibilidades existentes e fazer opções. Será também importante conhecer a nossa realidade para perceber como agir preventivamente,  para evitar ações remediativas que condicionam a nossa sustentabilidade, pois não nos podemos esquecer que o TEIP não será eterno e que nós, escola,  teremos que procurar e encontrar soluções eficazes, acreditar nas capacidades dos nossos colaboradores e nas potencialidades dos nossos alunos e alcançar a melhoria dos nossos resultados.


Em seguida foi a vez da Doutora Mª José Casa-Nova, docente da Universidade do Minho, que  é também a perita externa que acompanha a nossa equipa TEIP, fazer uma comunicação sobre "a relação pedagógica e os poderes na sala de aula". Dissertou sobre macro e micro-poderes, dos poderes dos professores e dos poderes dos alunos e abordou a relação pedagógica enquanto "relação de poder". Conduziu-nos através de uma reflexão sobre os significados de aluno, de professor, de relação pedagógica e de escola. Concluiu  relembrando-nos  que na sala de aula e na escola não devemos privilegiar o autoritarismo mas sim uma autoridade democrática, assumindo a relação pessoa-pessoa como primordial face à relação professor-aluno e que a coerência entre o que se diz e o que se faz é sempre imprescindível. 

Na parte da tarde , numa sessão que tinha como principal público-alvo os pais e EE, não foram esses que na generalidade responderam à chamada, mas sim os docentes, técnicos,  assistentes técnicos e operacionais, bem como alguns representantes das associações de pais e alguns (poucos) pais que não quiseram desperdiçar esta oportunidade de debater assuntos que poderiam contribuir para um melhor acompanhamento escolar dos seus filhos...

Na primeira intervenção, o Doutor Pedro Silva, docente da escola superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria, abordou o tema "Relação Escola -Família: em busca de uma relação ideal?". Caracterizou essa relação como complexa, multifacetada e mesmo com possíveis efeitos perversos, uma reflexão pouco comum no nosso quotidiano escolar. Dissertou sobre os diferentes actores sociais envolvidos, os diferentes interesses em jogo e a resultante incerta que  daí pode advir. Focou a  necessidade de,  nessa relação Escola-Família, cada um dos actores salvaguardar as suas competências especificas e que a cooperação necessária só se aprende cooperando, trabalhando nesse sentido, contornando obstáculos e que esse é o desafio permanente  com que nos deparamos.


Em seguida a Doutora Ariana Costa, docente na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação na Universidade do Porto,  abordou a "Gestão  de conflitos na escola e na sala de aula" . Iniciou a sua comunicação com um enquadramento histórico , referindo Comenius e a sua Didáctica Magna e reforçando a ideia de que o "nó" que envolve a relação  da escola e da família não é fácil de desatar... Caraterizou a escola como espaço de autoridade moral e ética  e referiu que os conflitos existentes não são por si só problemáticos, pois tal como diz Piaget, uma relação conflitual pode ser promotora de curiosidade e  de desenvolvimento. Os conflitos obrigam a leituras contextualizadas sobre o seu impacto , a sua origem e o modo como se revelam e torna-se indispensável  distinguir quais os que necessitam,  ou não,  de uma intervenção.
Sistematizou ainda diferentes visões sobre "o conflito", os princípios pedagógicos  inerentes e as respostas preconizadas por cada um deles e evidenciou a correlação positiva que existe entre os conflitos de carácter comportamental e os conflitos ao nível da aprendizagem. Falou dos vários níveis de indisciplina que podem ocorrer na escola e rematou dizendo que considera a Escola como  uma instituição com imenso potencial de transformação  e um local de construção ... e nessa construção, os professores devem assumir  a sua responsabilidade de  construir,  como refere o tema das Jornadas...


Para terminar foi dada voz aos alunos, ou melhor, a ex-alunos deste Agrupamento. Pedro Viana e Paula Martins partilharam com  a assembleia algumas recordações dos seus percursos escolares e, de uma forma mais emotiva ou mais racional, espelharam a sua relação com a Escola e realçaram a importância   que a mesma teve no seu desenvolvimento e crescimento enquanto cidadãos . 



Foi  no sentido de tornar esta escola,  que faz parte integrante das nossas vidas, cada vez melhor e mais capaz de responder eficazmente aos desafios que lhe são colocados, que estas  Jornadas foram organizadas e dinamizadas e creio que estão de parabéns todos quantos se empenharam e investiram tempo, trabalho e dedicação na sua concretização.