quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

"Os problemas de comportamento e de aprendizagem em contexto de sala de aula"





Decorreu ontem, 22 de Janeiro,  na Biblioteca da Escola Básica de Prado uma sessão de trabalho  com o tema "Os problemas de comportamento e de aprendizagem em contexto de sala de aula", com o Doutor João Lopes, professor no Departamento de Psicologia da Universidade do Minho.






Apesar desta sessão se ter realizado no final de um sempre "cansativo"  dia de trabalho, a eloquência, expressividade e bom humor do orador, associadas ao seu muito saber sobre as questões da aprendizagem e da indisciplina na sala de aula, transformaram esta sessão num momento tão alegre quanto enriquecedor .


Com humor, ironia e precisão foram focados alguns dos comportamentos de alunos e docentes que caraterizam o quotidiano escolar e que despoletaram momentos de análise e reflexão sobre a nossa prática educativa.
Mais momentos destes seriam certamente bem vindos... 

Para quem estiver curioso e interessado aqui ficam algumas informações sobre o nosso orador...



João Lopes é professor no Departamento de Psicologia da Universidade do Minho. Licenciou-se em Psicologia em 1981, na Universidade do Porto, tendo concluído em 1991 o Mestrado em Psicologia do Desenvolvimento e da Educação da Criança nesta mesma Universidade. Em 1996 doutorou-se em Psicologia da Educação, na Universidade do Minho, com uma tese sobre hiperactividade em contexto escolar. Dedica-se há longos anos à formação de professores do ensino regular e da educação especial e à formação graduada e pós-graduada de psicólogos. É coordenador dos Mestrados em Psicologia da Educação Especial e em Formação Psicológica de Professores.
 A sua área de investigação e de interesse tem sido desde sempre a dos problemas de comportamento e de aprendizagem em contexto de sala de aula. Nos últimos anos tem-se dedicado às relações entre distúrbios emocionais, comportamentais e de aprendizagem, sendo autor de diversos livros e publicações nesta área. É membro de Associações Profissionais/Científicas.
Destacam-se trabalhos recentes: "A UTILIZAÇÃO DE ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE ALUNOS COM BAIXO RENDIMENTO ACADÉMICO/ESCOLAR: ESTUDO COM PROFESSORES DO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO", Trabalho apresentado em Contributos da Psicologia em Contextos Educativos, In I Se Lopes, João A. L. IV Encontro sobre Maus-Tratos, Negligência e Risco na Infância e na Adolescência,2011 (Conferência)e Seminário Internacional “Contributos da Psicologia em Contextos Educativos”, Braga.
Participação como Investigador responsável: ENSINO DA LEITURA NO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO: CRENÇAS, CONHECIMENTOS E FORMAÇÃO DOS PROFESSORES- 2011
Livros publicados:
1. Espelage, D.; Lopes, João A. 2013. Indisciplina na escola. ed. 1. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos.
2. Lopes, João A. L; Rutherford, R.; Cruz, M. C; Mathur, S.; Quinn, M.. 2011. Competências sociais: Aspectos emocionais, comportamentais e de aprendizagem. ed. 2. Braga: Psiquilíbrios.
3. Lopes, João A. L. 2010. Conceptualização, avaliação e intervenção nas dificuldades de aprendizagem: a sofisticada arquitectura de um equívoco. ed. 1. Braga: Psiquilíbrios.
4. Lopes, João A. L. 2009. Comportamento, aprendizagem e “ensinagem” na ordem e desordem da sala de aula. ed. 1. Braga: Psiquilíbrios.
5. Lopes, João A. L; Santos, M.. 2008. Crenças e práticas de gestão de sala de aula. ed. 1. Coimbra: Quarteto.
6. Kauffman, J.; Lopes, João A. L. 2007. Pode a Educação Especial deixar de ser especial?. ed. 1. Braga: Psiquilíbrios.
7. Lopes, João A. L. 2006. Desenvolvimento de competências linguísticas em jardim-de-infância: Manual de Actividades. ed. 1. Porto: ASA.
8. Lopes, João A. L. 2005. Dificuldades de aprendizagem da leitura e da escrita: Perspectivas de avaliação e intervenção. ed. 1. Porto: ASA.
. Lopes, João A. L; Velasquez, M. G; Fernandes, P. P; Bártolo, V. N. 2004. Aprendizagem, Ensino e Dificuldades da Leitura. ed. 1. Coimbra: Quarteto.
10. Lopes, João A. L. 2003. A hiperactividade. ed. 1. Coimbra: Quarteto.
11. Lopes, João A. L; Rutherford, R.. 2001. Problemas de Comportamento na Sala de Aula: Identificação, avaliação e modificação. ed. 2. Porto: Porto Editora.
12. Lopes, João A. L. 2001. Problemas de comportamento, problemas de aprendizagem e problemas de “ensinagem”. ed. 1. Coimbra: Quarteto.
13. Lopes, João A. L. 1998. Necessidades educativas especiais: Estudos e investigação. ed. 1. Braga: SHO.
14. Rutherford, R.; Lopes, João A. L. 1997. Problemas de Comportamento na Sala de Aula: Identificação, avaliação e modificação. ed. 1. Porto: Porto Editora

Vamos todos contribuir para a turma + do ano






A Escola Básica de Prado vai, a partir deste 2º período letivo, implementar o concurso “A turma + do ano” dirigido a todas as turmas do 2º e 3º ciclo e que tem como objetivos fundamentais:





·       fomentar o sucesso escolar, valorizando o empenho e o esforço dos alunos, quer na superação das dificuldades, quer na obtenção de resultados de excelência;
·       desenvolver o gosto pela leitura e o sentido de cooperação, apoio e interajuda entre alunos;
·       aumentar  a assiduidade dos alunos , reduzir o absentismo escolar;
·       promover a disciplina na escola e a melhoria do ambiente escolar;
·       fomentar a participação dos alunos nas atividades da escola e premiar o envolvimento dos alunos em projetos/atividades do PAA.

Cada aluno terá oportunidade de contribuir para a pontuação da sua turma com os seus resultados académicos, média das suas notas no final de cada período, assiduidade, participação nas atividades desportivas e culturais do Plano Anual de Atividades e noutros projetos da escola, com o número de requisições de livros na Biblioteca escolar, etc.

Solicitamos a melhor colaboração dos EE no sentido de proporcionar ao seu educando as melhores condições para que este concurso possa atingir os objetivos previstos.

Aos alunos pedimos que melhorem a sua prestação académica e se envolvam ativa e empenhadamente na vida da escola e nas atividades que são planeadas e dinamizadas a pensar neles... 

No final do ano serão premiados todos os elementos das turmas vencedoras, uma do 2º e outra do 3ºciclo.
                                                       

  
Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família
GAAF





terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A data do Corta mato está quase a chegar...

Para vos "abrir o apetite" ficam alguns registos da edição passada...





Neste ano temos duas novidades:

1ª 
Vamos também contar com a participação dos alunos do 4ºano do Centro escolar de Prado;

 2ª 
Esta atividade vai pontuar para o concurso Turma +, pontuando cada turma em função da % de participação neste evento.






Contamos contigo ...

Participa e envolve  a tua turma para participar ...
Mostrem o que valem...


A Amnistia Internacional esteve na EB 2/3 de Prado


Promovida pelo GAAF ( Gabinete de Apoio ao aluno e à  família) realizou-se no dia 17 de Janeiro a sessão  com que pretendíamos assinalar , no passado mês de Dezembro, o Dia internacional dos Direitos Humanos.
Realizaram-se duas sessões , uma de manhã e outra de tarde destinadas a todos os alunos dos 8º e 9ºs anos.
O dinamizador destas sessões foi o prof. Luis Braga que, além de docente de História é membro da Direção da Amnistia Internacional / Portugal  e  se disponibilizou para nos falar sobre esta temática.


 Este voluntário da Amnistia Internacional esclareceu que o objetivo da  ação deste organismo é dar visibilidade a casos que pretendem ser "escondidos" pelos governos, pelas polícias, etc, que a AI é um "movimento de pessoas comuns para defender pessoas comuns"  e que esta organização foi já premiada com um prémio Nobel por duas vezes, um para a instituição em 1977 e um para o seu secretário-geral em 1972.
Atualmente conta com cerca de 6 milhões de membros em todo o Mundo e em Portugal são cerca de 12000 os ativistas, na sua maioria, jovens.
Anualmente são milhares os casos a necessitar de intervenção e em maio de cada ano é produzido um relatório que retrata  o estado dos Direitos Humanos no Mundo.

Segundo o prof. Luis Braga, em Portugal,  estamos nos melhores 30 ou 40 países nos quais se vive melhor em termos de Direitos Humanos, mas  temos que nos lembrar que há mais de 180 países e que em muitos deles há problemas associados a más condições nas prisões, violência das forças policiais, discriminação por motivos raciais e de orientação sexual  e a  supressão de direitos económicos,  sociais e culturais aos cidadãos mais desfavorecidos ( idosos, crianças, cidadãos portadores de deficiência, etc).


Sobre a lógica de ação da Amnistia Internacional falou de várias iniciativas, como a maratona de cartas que neste ultimo Natal "produziu" 1 milhão e 200 mil cartas,  a favor de 6 casos pendentes de violação de Direitos Humanos e desafiou os jovens e os menos jovens que assistiam à sessão convidando-os para se juntarem à  AI como colaborador/a nalguma ação pontual, escrevendo cartas corteses, para mobilizar a opinião pública em defesa dessas pessoas que estão a ser vitimas. Estas cartas corteses começam a ser escritas aos milhares cerca de 6 horas após ser diagnosticada uma situação,  que depois de devidamente investigada  se confirma ser um atentado aos Direitos Humanos,  são dirigidas aos governos  e trata-se de uma intervenção discreta , mais de sensibilização, de tentar "pressionar" gentilmente os Governos a mudar a sua atitude pois não querem que esse facto seja divulgado e sejam mal-vistos pelos outros países. Como diz o nosso orador , " a Amnistia não mata , mas mói..."
O nosso orador pôs  democraticamente à votação 3 assuntos sobre os quais poderia falar mais aprofundadamente: o racismo, a pena de morte e o trabalho realizado pela AI com as escolas sendo que  os 2 grupos ( manhã + tarde) foram quase unânimes na escolha, elegendo como tema para  debate a questão da  pena de morte que como é obvio, fraturou a assistência entre quem a apoiava ou não.
Tivemos depois oportunidade para debater o tema, ouvir e analisar argumentos de ambas as partes, ver alguns vídeos  e analisar algumas máximas como as abaixo transcritas.

Foi uma boa oportunidade para refletir sobre o estado do Mundo,  que é muito mais que o nosso país e para analisarmos de forma mais ou menos convicta e consciente algumas opções/ decisões  que  somos obrigados a tomar...
O objetivo foi,  como  sempre,  o de contribuir para ajudar os nossos alunos a crescerem, enquanto pessoas e cidadãos.


Quem quiser saber mais sobre a Amnistia internacional e a sua ação em defesa dos Direitos Humanos no Mundo deve consultar o site  

www.amnistia-internacional.pt

Posso não concordar com uma só palavra sua, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lá. (Voltaire)

Gandhi afirmou: "Olho por olho e o mundo acabará cego"

Mais alguma informação sobre este tema...

Olho por olho, dente por dente, é uma expressão que significa vingança, e que o castigo deve ser dado na mesma proporção do dano causado.
Olho por olho, dente por dente, é um dito popular que sugere uma punição do mesmo tamanho da ofensa.
A expressão "Olho por olho, dente por dente", surgiu na antiguidade, onde a justiça era feita pelas mãos dos homens.

Código de Hamurabi
Hamurabi, rei da Babilônia, no século XVIII a.C., é o autor de 282 leis, que ficaram conhecidas como Código de Hamurabi, baseadas na lei de talião, pena antiga pela qual se vingava o delito, infligindo ao delinquente o mesmo dano ou mal que ele praticava. Olho por olho, dente por dente, era a base de qualquer justiça: "Se uma pessoa arrombar uma casa alheia, deverá ser condenado à morte e ser enterrado na parte da frente do local do arrombamento". "Se alguém acusa o outro, mas não pode prová-lo, o acusador será morto"
Descoberto em 1901, pelo arqueólogo francês, Jacques de Morgan, nos arredores da antiga Susa, atual Tunísia, o Código de Hamurabi encontra-se hoje no Museu do Louvre, em Paris.
Olho por olho, dente por dente na Bíblia
A expressão olho por olho, dente por dente também se encontra na Bíblia, mais concretamente em Êxodo 21:24: "Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé." Nesta passagem, Deus revelou a Moisés algumas leis para que ele passasse para o resto do povo. Esta lei se encaixa nas leis a respeito da violência.
No entanto, essas coisas mudaram com a vinda de Jesus e da Nova Aliança. Em Mateus 5:38-39, Jesus disse: "Vocês ouviram o que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, lhes digo: Não se vinguem dos que lhes fazem mal. Se alguém lhe der um tapa na cara, vire o outro lado para ele bater também."


Muitos anos mais tarde, Gandhi afirmou: "Olho por olho e o mundo acabará cego". Com estas afirmações, Jesus e Gandhi estavam revelando a importância do perdão e da não-violência, porque a vingança corrói e cega o ser humano.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Sessões sobre Direitos Humanos 17 de Janeiro de 2014 (6ªfeira)

A Educação para os Direitos Humanos (EDH) é uma aprendizagem que desenvolve o conhecimento, as capacidades e os valores dos direitos humanos.


Com a sua prática, procura-se a construção de uma cultura universal de Direitos Humanos, através da transmissão de conhecimentos e capacidades, da alteração de atitudes com vista a assegurar o reforço do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais, do pleno desenvolvimento da personalidade humana e da noção da sua dignidade, da promoção da compreensão, tolerância, igualdade entre os sexos e da amizade entre todas as nações, povos indígenas e grupos raciais, nacionais, étnicos, religiosos e linguísticos, bem como da criação de condições para que todas a pessoas participem de forma efectiva numa sociedade livre.





Estas sessões surgem de uma colaboração da AMNISTIA INTERNACIONAL que além de nos disponibilizar algum material pedagógico para ser usado nas aulas de História, nos possibilita a vinda de um seu voluntário, o prof. Luís Sottomaior Braga para dinamizar uma sessão de informação direcionada a alunos do 8º e 9ºanos.


Sessões sobre Direitos Humanos 17 de Janeiro de 2014 (6ªfeira)

Polivalente



12 h

8ºA

8ºB

9ºA

9ºC

15.15 h

8ºC

8ºD

9ºB

9ºD
9ºE

Sessão sobre Educação e Tutoria



No passado dia 13 de Janeiro decorreu na EB de Prado uma sessão de trabalho sobre educação e tutoria com a colaboração do professor Bruno Monteiro,  que durante 3 anos desempenhou essa função a tempo inteiro na EB 2,3 Ramalho Ortigão , uma escola TEIP do Porto.



A tutoria foi proposta pelo GAAF como medida de apoio educativo para alguns alunos desta escola e pretende contribuir para o sucesso educativo, procurando melhorar a prestação social e académica.
Neste ano será implementada a titulo experimental e numa base de voluntariado de alguns docentes  que se disponibilizaram para assumir essa função, extra-horário ou na sua componente do horário não letiva,  mas para o próximo ano e se a avaliação desta experiência for positiva, já teremos certamente condições para disponibilizar este apoio logo no início do ano letivo, com os alunos devidamente sinalizados e com os professores mais disponíveis,  pois essa tarefa será integrada no seu horário.


A ação da tutoria pressupõe uma dinâmica colaborativa entre diversos actores – alunos, professores e encarregados de educação, complementando a ação dos Directores de Turma e o objetivo primordial  desta sessão foi a procura de referências e de possíveis estratégias de intervenção, que ajudem  os docentes que vão iniciar esta forma de apoio a melhor desenvolverem o seu trabalho e a alcançarem os objetivo traçados.

O professor Bruno partilhou com  os 27 professores e técnicos presentes,  a sua experiência, os constrangimentos sentidos e os êxitos alcançados na sua ação enquanto tutor, apresentou alguma informação sobre as várias dimensões da tutoria enquanto intervenção transversal e disponibilizou alguns dos instrumentos de registo/ monitorização e avaliação que podem contribuir para uma melhor organização da nossa ação.

Durante toda  a sessão a partilha de saberes e experiências foi uma constante,  bem como a vontade de aprender e conhecer mais sobre esta modalidade de apoio,  que está prevista na legislação mas ainda não tinha sido implementada no nosso Agrupamento.

Um agradecimento especial ao colega Bruno Monteiro, que acedendo graciosamente a um  convite da nossa assistente social, se disponibilizou para esta intervenção,  que constituiu uma grande mais valia para todos os participantes.


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

ELP INTERATIVO ... um desafio à escrita criativa


Tendo em conta as solicitações recebidas, a LPCC decidiu  prolongar as inscrições para o concurso "ELP Interativo" até dia 9 de Janeiro.

Dinamizando o concurso internamente, o professor apenas precisa encontrar alunos disponíveis para participar e dividi-los em equipas de 5 elementos (equipas heterogéneas, sendo que os elementos do grupo não sabem quem constitui a sua equipa, visto que essa informação pertence apenas ao professor).

No dia 13 de Janeiro, enviamos-lhe o inicio de uma história e a cada dia dessa semana, o professor(a) deve ir passando a história por cada um dos elementos de cada  equipa (no dia 13 escreve o elemento 1, no dia 14 o elemento 2 e assim sucessivamente). Nas duas semanas seguintes repete-se o procedimento (no dia 20 escreve o elemento 1, no dia 21 o elemento 2 e assim sucessivamente), sendo que no dia 31 de Janeiro deve ser terminada a história e enviada para os nossos contactos.

Para além da seleção das 3 melhores histórias, pretende-se valorizar todas as histórias com qualidade através da sua ilustração e publicação em livro (com referências aos seus autores) 

As escolas que participam com mais equipas, terão mais probabilidade de ver as suas histórias ilustradas e publicadas! 

Junte-se a dezenas de participantes de todo o país para prevenir o cancro do colo do útero!

Contamos com a vossa inscrição.